quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A presidenta Dilma Rousseff assinou nesta quinta-feira (29/9) Medida Provisória que estabelece mecanismos de fomento à indústria brasileira de defesa.

Caravanas Zonais do PT Deste Fim de Semana.

O Diretório Municipal de São Paulo convida tod@s para participarem das Caravanas Zonais, que irão acontecer neste próximo final de semana.
 
As caravanas serão realizadas nos dias 30 de setembro, 01 e 02 de outubro de 2011, conforme convite abaixo.

Caravana DZ Casa Verde - dia 30/09/2011 – sexta-feira - às 19h00
Salão da Paróquia Santíssima Trindade
Praça Santíssima Trindade, 01 – Casa Verde Alta

Caravana DZ Perus - dia 01/10/2011 – sábado - 14h00
Salão da Academia Impacta
Praça Inácio Dias, 15
Próx. Estação Perus, em frente ao Cartório

Caravana DZ Santana - dia 02/10/2011 - domingo - 9h00
Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de SP
Rua Dr. Zuquim, 244 - Santana

Especulador sincero: "'Nosso trabalho é ganhar dinheiro com crise'"


Entrevista de um operador de mercados, Alessio Rastani, na BBC, está causando furor no mundo. O cidadão teve uma crise de sinceridade e disse que sonha com uma recessão para ganhar mais dinheiro.

“Não ligamos muito para como vão consertar a economia. Nosso trabalho é ganhar dinheiro com isso”.

“Os governos não controlam o mundo. O (banco) Goldman Sachs controla o mundo. O Goldman Sachs não liga para esse resgate, nem os grandes fundos.”

'Nosso trabalho é ganhar dinheiro com crise', diz operador de mercados

O mercado financeiro não liga para o novo plano de resgate preparado para tentar salvar a economia da zona do euro e se interessa apenas em faturar com uma eventual nova recessão, revelou um operador de mercado independente entrevistado pela BBC.

"Sonho com esse momento (de declínio econômico) há três anos. Vou confessar: sonho diariamente com uma nova recessão. Se você tem o plano certo, pode fazer muito dinheiro com isso", declarou Alessio Rastani, em entrevista na última segunda-feira.

Questionado a respeito de o que faria o mercado confiar nos planos orquestrados para salvar economias em perigo, como a da Grécia, Rastani disse que, como operador, não se importa.

"Não ligamos muito para como vão consertar a economia. Nosso trabalho é ganhar dinheiro com isso", afirmou.

"Os governos não controlam o mundo. O (banco) Goldman Sachs controla o mundo. O Goldman Sachs não liga para esse resgate, nem os grandes fundos."

A entrevista, ainda que revele apenas a opinião individual de um operador, mostra que nem sempre o funcionamento dos mercados financeiros está em sintonia com o crescimento econômico.

Segundo Rastani, os grandes fundos e investidores não acreditam nas novas propostas – as quais, segundo informações preliminares, preveem a injeção de recursos em um fundo europeu de resgate e um possível calote parcial da Grécia – e estão tirando seu dinheiro da economia do euro e investindo-o em ativos mais seguros, como dólar e títulos de Tesouro.

"Essa crise é como um câncer. Se esperarmos, vai ser tarde demais. O que digo para as pessoas é: preparem-se. Não pensem que o governo vai consertar. Quero ajudar as pessoas, elas precisam aprender a fazer dinheiro com isso. Primeiro, protegendo seus ativos. Em menos de 12 meses, ativos de milhões de pessoas vão desaparecer"

Alessio Rastani, operador independente do mercado financeiro, em entrevista à BBC

Na opinião do operador, "qualquer um pode fazer dinheiro" com a crise, agindo no mercado de hedge e investindo em títulos de Tesouro.

'Governados pelo medo'

"Estou confiante que esse plano não vai funcionar, independentemente de quanto dinheiro (os governos) puserem. O euro vai desabar", afirmou ele. "Os mercados estão sendo governados pelo medo."

A âncora da BBC Martine Croxall disse que todos no estúdio estavam surpresos com as declarações. "Agradecemos sua sinceridade, mas (a atitude dos mercados) não nos ajuda muito, não?"

Rastani respondeu: "Essa crise é como um câncer. Se esperarmos, vai ser tarde demais. O que digo para as pessoas é: preparem-se. Não pensem que o governo vai consertar. Quero ajudar as pessoas, elas precisam aprender a fazer dinheiro com isso. Primeiro, protegendo seus ativos. Em menos de 12 meses, ativos de milhões de pessoas vão desaparecer".

Se o Maracanã foi executado em dois anos, porque o Itaquerão não pode ser feito em três?!




Os arquitetos Miguel Feldman e Antônio D. Carneiro diante da maquete do Maracanã, em 16/6/1949. Foto da coleção de Branca Feldman

O brasileiro não tem memória suficiente da sua historia, o que leva a imprensa a fazer avaliações ultra-pessimistas, sem fundamento algum na realidade, e sem o contraponto adequado.

O estádio do Maracanã, na época o maior do mundo, foi construído em menos de dois anos. Faltam quase três anos para Copa de 2014 e a imprensa insiste em que não conseguiremos dar conta das obras necessárias para o evento, daqui a três anos, em especial, o Itaquerão.

Além das previsões pessimistas em relação aos estádios nas cidades-sede, fala-se do caos no transporte urbano, porque as obras de mobilidade não ficarão prontas a tempo.

Até a simples obviedade de que em dias de jogos importantes numa determinada cidade, a Lei Geral da Copa autoriza ao Prefeito a decretação de feriado, se transforma em infindável polêmica. Ora, isso de dispensar os funcionários mais cedo para assistir os jogos do Brasil em casa já não ocorre quando a Copa é disputada em outro país?

Dá até a impressão de que há uma poderosa torcida para que dê tudo errado e que isso possa criar as condições subjetivas de impedir a reeleição de Dilma Rousseff!

Nós que não olhamos a Copa de 2014 com preocupação eleitoral temos que ser racionais: a engenharia brasileira já deu mostras de que consegue empreender grandes construções no prazo adequado. É aqui que voltamos à história do estádio do Maracanã que, repito, foi construído em pouco menos de dois anos, para a Copa de 1950, no Brasil. Com a significativa diferença para os estádios de hoje: seria o maior estádio do mundo!

Para termos idéia do gigantismo da obra do estádio do Maracanã, apresento os números abaixo, extraídos do site http://www.clerioborges.com.br/maracana.html:

Foram utilizados 500.000 sacos de cimento e 10.000 toneladas de ferro na armação da estrutura do Maracanã, além de 40.000 caminhões, para transportes diversos.

Volume total de concreto utilizado: 80.000 m³. Área total de madeiras: 650.000m². Volume total de areia: 45.000m³. Volume total de escavações, para a execução das fundações: 39.572.000,00 m³. Volume total de aterro: 134.700.000,00m³

O volume de concreto utilizado na construção do estádio seria suficiente para construir a estrutura de edifícios de 10 andares em ambos os lados, e em toda a extensão da Avenida Rio Branco (2Km), no Rio de Janeiro, ou na Park Avenue, em Nova Iorque (EUA), entre as ruas 35 e 65.

Um homem sozinho construindo o Maracanã, e trabalhando 6 horas por dia – inclusive sábados, domingos e feriados –, levaria nada menos que 1.860 anos para conclui-lo.

Colocando-se em fila os 40.000 caminhões que entraram no Maracanã durante sua construção, estes cobririam toda extensão da estrada Rio-São Paulo (500 Km), ou de Nova Iorque a Washington (EUA).

Os ferros, transformados em barras de 3/16″, ou seja, 45 mm, seriam suficientes para contornar o globo terrestre uma vez e meia passando pela linha do Equador. Os sacos de cimento, empilhados individualmente, forneceriam 78 colunas da altura do Corcovado.

A madeira utilizada poderia forrar completamente a Avenida Presidente Vargas 3 vezes, em toda a sua extensão, que tem 2,5 Km. A areia utilizada poderia cobrir a Avenida Presidente Vargas, que tem a extensão de 2,5 Km, completamente, com uma camada de 25 cm de altura.

Trabalharam em média, na construção, 3.500 operários por dia, chegando aos 11.000 às vésperas da inauguração, tendo sido gastas 7.730.000 de horas de serviço ininterrupto.

A quantidade de pedras utilizada seria suficiente para encher uma trincheira de 2,50 m de largura, com 2,00 m de altura, numa extensão de 12 Km, ou então para construir um prisma de 20.000 m² de base e 3.000 m de altura;

O volume de escavações, executadas na construção do Maracanã, corresponde a abertura de 1.640 poços de 2,00 x 2,50 m, com 5,00 m de profundidade;

Se a engenharia e os gestores públicos conseguiram fazer o maior estádio do mundo em pouco menos de dois anos, há 60 anos atrás, porque não haverá de fazer o Itaquerão e os demais estádios, que são muito menores?

Num próximo artigo, escreverei sobre as obras de mobilidade urbana, mostrando que há muita confusão quando se aborda esse assunto.

José Augusto Valente – Diretor Executivo da Agência T1

Portal T1 - Logística e Transportes



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Comissão de Minas e Energia discute royalts do petróleo

Iniciou-se hoje na CME a discussão do PL que distribui os royalts do petróleo entre os Estados e Municípios. O relator, Dep. Fernando Jordão (PMDB-RJ), propõe aumentar o pagamento da Participação Especial pelas empresas petroleiras para que seja destinado aos Estados e Municípios não produtores. Pela sua proposta esses recursos chegariam a R$ 8 bilhões. A consequência seria a inviabilização dos planos de investimento da Petrobrás e consequentemente um atraso na exploração do petróleo do pré-sal. Além disso, é evidente que as empresas vão contestar essa Lei na Justiça e se forem vitoriosas os Estados e Municípios não produtores terão uma vitória de pirro. Na próxima semana vamos ouvir, por sugestão minha, a ANP, a Petrobrás e o Ministério de Minas e Energia antes de votarmos.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Guinada na política econômica - Amir Khair

Um excelente artigo de Amir Khair que mostra claramente como o Governo Dilma está enfrentando o capital especulativo e financista. É uma nova política econômica que mantém e acelera o desenvolvimento e a distribuição de renda.

O governo Dilma caminha a passos decisivos para romper com as amarras da política financista que atrelou o País a níveis de crescimento aquém do potencial que possui. O fantasma da inflação sempre preponderou como ameaça a qualquer tentativa de acelerar o crescimento econômico. Isso chegou ao fim. A decisão do governo poderá demonstrar que é possível crescer e controlar a inflação.

O empurrão decisivo para essa guinada na política econômica foi dado pela recidiva da crise internacional, que já afeta todas as economias, reduzindo as perspectivas de crescimento, gerando pânicos nas bolsas e apreensão quanto ao seu desdobramento. O FMI divulgou dia 20, no seu Panorama da Economia Mundial, a redução de 4,5% para 4% para a estimativa de crescimento da economia mundial neste ano, devido às crises nos Estados Unidos e na União Europeia. Estima que as economias avançadas cresçam apenas 1,6%, e que a mundial não terá desempenho pior em 2011 graças aos mercados emergentes, cuja atividade deve crescer 6,4%.

No caso do Brasil o fundo reduziu a previsão de crescimento de 4,1% neste ano para 3,8%. Esse nível está descolado do grupo dos países emergentes e abaixo do crescimento mundial, o que confirma o acerto da decisão do governo em ativar a economia. A recidiva da crise reforça a necessidade de pisar no acelerador para escapar da recessão. É bom lembrar que, apesar das ações de estímulo feitas pelo governo, a crise de 2008 derrubou a economia em 0,6%.

A decisão do Banco Central (BC) de iniciar o processo de redução da Selic, conjugada com a garantia de cumprimento de metas fiscais, marca o salutar início desse processo, que acabou de receber o apoio do FMI neste Panorama. Pela avaliação do fundo, a inflação brasileira deve chegar a 6,3% em dezembro, a média para 2012 é 5,2% e as pressões continuarão cedendo até o fim do ano.

É um desafio extraordinário para o governo efetuar essa inflexão na política econômica. Está fazendo o que não foi feito em governos anteriores e terá de enfrentar a reação do mercado financeiro, acostumado ao ganho fácil nos juros dos títulos do governo, bombados pela Selic nas nuvens, e nas taxas de juros de agiota cobradas aos consumidores e empresas que não conseguem acessar as fontes do BNDES.

Felizmente, as análises que atribuem à Selic o controle da inflação não resistiram aos fatos. A inflação deve ser controlada por um conjunto mais amplo de políticas, que passam por questões fiscais, cambiais e taxas de juros aos tomadores de empréstimos, que constituem o que se pode classificar como taxa de juros da economia e que não guarda relação alguma com a Selic.

Ao enfrentar o processo de redução da Selic, o País sairá ganhando em várias frentes. Em primeiro lugar, na questão da sua imagem internacional, ao deixar a vexaminosa posição de longa data de líder da mais alta taxa básica de juros.

Na esfera fiscal, irá aliviar o peso da conta de juros, que consome 6% do PIB, e o custo de carregamento das reservas internacionais que, pelos dados do balanço do BC, só neste primeiro semestre, atingiu R$ 46,2 bilhões! Neste ano, poderá ultrapassar R$ 100 bilhões, o que supera todo o esforço do governo federal em alcançar o superávit (exclusive juros) de R$ 91,8 bilhões.

Na questão cambial, o País deixará de ser o preferido da especulação externa, em ambiente de elevada liquidez internacional e de juros negativos nas economias desenvolvidas. Essa especulação tem o efeito de uma bomba de sucção, que retira recursos do governo e da sociedade para fora do País.

O tripé superávit primário, câmbio flutuante e meta de inflação (leia-se Selic), tão louvado nas avaliações conservadoras, cede lugar a uma nova versão: equilíbrio fiscal (que incorpora juros), câmbio administrado, para enfrentar a guerra cambial, e meta de inflação apoiada em políticas integradas de governo. Constitui um avanço sobre a política paralisante da ameaça permanente da inflação.

Ao dar esse passo decisivo, o governo está sendo duramente criticado pelo mercado financeiro, que procura desacreditar o objetivo de alcançar as metas fiscais deste e dos próximos anos, de não conseguir controlar a inflação, de subserviência política do Banco Central ao governo, etc.

Na minha avaliação, o governo tem todas as condições de conquistar excelente resultado fiscal, caso mantenha a economia em crescimento, que será facilitada com o novo salário mínimo. Terá maior arrecadação (devido à atividade econômica e menor inadimplência), redução nas despesas com juros e no custo de carregamento das reservas internacionais.

Não é de estranhar, no entanto, a reação do mercado financeiro. Apostou suas fichas na tese do crescimento da inflação no País, o que faria com que o BC não reduziria a Selic, para conter a demanda.

Essa análise peca, pois a Selic não controla a demanda. O que pode influenciá-la são as taxas de juros bancárias, que estão descoladas da Selic. Essas são dependentes das medidas macroprudenciais, como ficou provado a partir da implementação delas ao final de 2010, seguindo decisão do Conselho Monetário Nacional.

Vale destacar, sobre taxas de juros, o que ocorre na China. Lá, a taxa básica de juros equivalente à Selic é de 3%, e a cobrada pelos bancos ao consumo, de 6%. Quando é alterada a taxa básica, repercute na taxa ao consumidor, pois a relação entre elas é próxima. Assim, a taxa básica tem eficácia no controle da demanda. Na quase totalidade dos países, que praticam taxa de juros civilizada, é isso que ocorre. Aqui a relação chega a ser de 17 (!) vezes, com o cheque especial em 188%.

A análise do mercado financeiro peca, também, ao desconsiderar que a queda da Selic influi significativamente sobre a decisão das empresas em investir, o que eleva a oferta de bens e serviços para atender a demanda, principal antídoto contra a inflação futura. A recente sondagem feita às empresas revela a disposição em investir face às perspectivas de queda da Selic.

Em síntese, a Selic não influi sobre a demanda e desestimula a oferta. Em vez de atenuar a inflação, a agrava.

Apesar disso, ainda existem análises que, usando o falso argumento do controle da inflação, querem que a Selic permaneça elevada. A inflação pode até permanecer em patamar acima da meta de 4,5% durante algum tempo, dependendo do impacto interno da crise no câmbio e na demanda internacional por alimentos e commodities, mas a Selic não interfere nisso.

Ao que tudo indica, o governo joga uma cartada perigosa ao rumar contra a crise, mas não tem como recuar. Se persistir, tem a chance de reduzir a força do rentismo no País e criar os espaços fiscais necessários ao financiamento das suas atividades, como a da expansão necessária das despesas com a saúde, educação e distribuição de renda, bem como para sustentar investimentos necessários à Copa, Olimpíada e à precária infraestrutura do País.

Há, sem dúvida, uma guinada na política econômica, que tem tudo para fortalecer o governo e diferenciá-lo dos que o antecederam. Vamos aguardar.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Lula Defende Inovação no PT de São Paulo


Em Salvador, onde recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que gostaria que seu partido “inovasse” na escolha do candidato à prefeitura de São Paulo. “Eu defendo a tese de que é importante que a gente comece a lançar pessoas novas nas eleições, para a gente poder construir novas alianças políticas em São Paulo”, afirmou. “Para mim, se for a Marta Suplicy, se for o Jilmar Tatto, se for o (Carlos) Zarattini, eu vou estar na rua fazendo campanha, mas eu gostaria que o PT inovasse.”

Segundo o ex-presidente, apesar de a senadora e pré-candidata Marta Suplicy aparecer com 30% nas pesquisas, a pouco mais de um ano das eleições, o montante não é suficiente para garantir a ela favoritismo na escolha do candidato do partido. “A Marta sempre será uma forte candidata, ninguém pode dizer que alguém que começa a corrida com 30% é fraca, mas nós sempre tivemos 30% dos votos em São Paulo”, disse. “Nós ganhamos com a Luíza Erundina em 1988 com 30%, nós ganhamos com a Marta com 30%, depois nós perdemos com a Marta e com o Aloísio Mercadante, com 30%. Então o PT tem 30% em São Paulo quem quer que seja o candidato.”

Para Lula, o que deve determinar uma possível vitória de seu partido na capital paulista é a formação de alianças políticas. “Minha tese é que nós precisamos construir os outros 20%”, avalia. “Vale para São Paulo o que valeu para mim. Nós precisamos encontrar o nosso José Alencar da capital, em uma composição política com outros partidos que possam dar os 20% de votos que nós precisamos.”

(Tiago Décimo / Agência Estado)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Rumo as Prévias no PT! Assistam o Vídeo Com Minhas Propostas!

“POR UMA SÃO PAULO MAIS BARATA 
E MAIS HUMANA” 

Participe das Caravanas do PT em São Paulo!!!

“POR UMA SÃO PAULO MAIS BARATA E MAIS HUMANA” (Dep. Carlos Zarattini)

Nesse fim de semana as Caravanas do PT vão acontecer nos Diretórios Zonais de Pinheiros/Perdizes, Freguesia do Ó/Brasilândia e Butantã.

Participe para conhecer as propostas dos pré-candidatos do Partido à Prefeitura de São Paulo. Veja as datas, endereços e horários nos convites abaixo:

Até lá!

Caravana Zonal Pinheiros e Perdizes - dia 24/09/2011 – sábado

Início dos Debates a partir das 10hs
Sindsaúde
Rua Cardeal Arco Verde, 119
Próx. Metrô Clínicas
Caravana Zonal Freguesia do Ó - dia 24/09/2011 – sábado

Início dos Debates a partir das 15hs
Espaço AMAVH
Travessa Luigi Sabbatini, 157 – Vila Nova Cachoeirinha
Próx. ao Terminal Cachoeirinha sentido centro alt. 3.988 da Av. Inajar de Souza

Caravana Zonal Butantã - dia 25/09/2011 - domingo
Início dos Debates a partir das 10hs
Colégio Ricardo Rodrigues Alves - CORRA
Av. José Xavier de Araújo, 141/151 – Butantã
Altura do nº 1084 da AV. Engº Heitor Antonio Eiras Garcia próx. ao Lgo de São Domingos


Zarattini conquista Escola Técnica Federal para Itapecerica da Serra!