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quinta-feira, 8 de maio de 2014

PREVENÇÃO GARANTIDA

Ainda há tempo de se prevenir contra a gripe.

Até amanhã, dia 9/5, o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe, em postos do #SUS de todo o País.

Iniciada em 22 de abril, a campanha tem como intuito evitar quadros agravados da doença, que podem ocasionar internações e óbitos.

A vacina é dedicada especialmente ao chamado grupo prioritário, formado por pessoas mais vulneráveis a desenvolver formas graves da gripe.

Compõem esse efetivo as gestantes e mulheres pós-parto; crianças de seis meses e menores de cinco anos; idosos de 60 anos ou mais; pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional; povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis, ou outras condições clínicas especiais.

Até o momento, 14 milhões de pessoas já receberam a dose da vacina, que está disponível para 49,6 milhões de pessoas que integram o grupo prioritário.

A dose aplicada protege contra três subtipos do vírus da gripe: o A/H1N1, o A/H3N2 e o influenza B.

De acordo com estudos, a vacina reduz entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% os casos de mortalidade por complicações da influenza.

#VacinaçãoContraGripe

Saiba mais em: http://migre.me/j6qrd

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CÂMARA APROVA MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL

Câmara aprova programa Mais Médicos e mudanças nas regras de residência 

Fonte: Site da Câmara - 09/10/2013 - 22h48
Registros dos participantes serão feitos no Ministério da Saúde, e estrangeiros terão que revalidar o diploma depois de três anos; até o final de 2018, deverá haver uma vaga de residência para cada formado em Medicina.
O Plenário concluiu, nesta quarta-feira, a votação da Medida Provisória 621/13, que cria o programa Mais Médicos com o objetivo de aumentar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em cidades onde há carência desses profissionais. Participarão do programa médicos brasileiros e estrangeiros, que receberão bolsa por, no máximo, seis anos. A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do deputado Rogério Carvalho (PT-SE), será votada ainda pelo Senado.
Desde a edição da MP, em julho de 2013, cerca de 670 médicos brasileiros aceitaram fazer parte do programa, e o Executivo espera trazer quatro mil médicos cubanos ao País até o fim do ano por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Esses profissionais trabalharão nas regiões com menos proporção de médicos por habitante, com bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo para despesas de instalação (no valor de até três bolsas) e o pagamento das despesas de deslocamento até a cidade de trabalho.
Um dos pontos mais polêmicos nos debates sobre a MP foi a necessidade ou não de revalidação do diploma do médico estrangeiro.
O relatório aprovado previa que o estrangeiro não precisaria revalidar o diploma nos três anos do programa e no primeiro ano da eventual prorrogação (de três anos). Entretanto, emenda aglutinativa do deputado Carlos Sampaio (PSDSB-SP), aprovada pelo Plenário nesta quarta, restringiu a dispensa de revalidar o diploma aos três primeiros anos.
A emenda também determina que os médicos estrangeiros somente poderão participar da prorrogação de três anos do Mais Médicos se integrarem carreira médica específica.
Registro
Já a recusa dos conselhos regionais de Medicina (CRMs) de emitirem o registro provisório aos estrangeiros foi resolvida com o deslocamento dessa atribuição ao Ministério da Saúde.
Para colocar o programa em funcionamento, o ministério tem conseguido derrubar na Justiça exigências adicionais de documentos feitas pelos conselhos regionais.
O médico estrangeiro participante do programa não poderá exercer a Medicina fora das atividades do Mais Médicos, mas estará sujeito à fiscalização dos CRMs, embora não precise pagar anualidade.
Outra mudança feita pelo Plenário foi a permissão para que os médicos aposentados participem do programa. A iniciativa foi de emenda do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Acordo
Depois da obstrução de oito horas na terça-feira (8), o Democratas aceitou retirar todas as emendas aglutinativas apresentadas ao texto em troca da votação nominal da emenda do deputado Mandetta (DEM-MS), que estendia os direitos trabalhistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aos médicos brasileiros participantes do programa Mais Médicos. A emenda foi rejeitada por 224 votos a 134.
Desigualdade
Para justificar a edição da MP, o governo argumenta que o Brasil possui uma proporção de 1,8 médicos para cada mil habitantes, abaixo de outros países com perfil socioeconômico semelhante (Argentina, 3,2; Uruguai, 3,7; e Cuba, 6,7).
Entretanto, mesmo em estados nos quais o índice supera o nacional, a distribuição dos médicos revela carência dentro de regiões diferentes desses estados.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcos Rossi

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

PROGRAMA MAIS MÉDICOS: EXPANSÃO DO NÚMERO DE VAGAS EM MEDICINA

EXPANSÃO DO NÚMERO DE VAGAS DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA E DE 
ESPECIALIZAÇÃO/RESIDÊNCIA MÉDICA

a) 11.447 mil novas vagas de graduação estão previstas para até 2017.
Atualmente, 51% das vagas de medicina estão concentradas no Sudeste do país. Pela primeira vez, o Governo Federal vai direcionar a ampliação das vagas nos cursos de medicina de instituições privadas à cobertura dos vazios assistenciais e de formação existentes no país. Até então, essa orientação ocorria apenas com as instituições públicas.A expectativa, com essa medida, é melhorar a distribuição das vagas e oportunidades do ensino superior e, consequentemente, a atuação dos profissionais no Brasil.

b) 12.372 novas vagas de residência médica estão previstas para até 2017.
Esta ação visa à universalização do acesso de graduados em medicina à residência médica. Até 2015, serão 4.000. As novas vagas serão ofertadas principalmente em especialidades prioritárias para o Sistema Único de Saúde, como pediatria, medicina da família e comunidade, anestesiologia, cancerologia, cardiologia, cirurgia, clínica médica, neonatologia, medicina de urgência, neurologia, obstetrícia e ginecologia, ortopedia e traumatologia e radioterapia. Os hospitais que aderirem contarão com um investimento de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde para ampliar a estrutura dos programas de residência. Esses recursos poderão ser aplicados em reformas, adequação de espaço e aquisição de materiais, além de incentivo por vaga criada.

Leia mais na Fonte: Documento Pacto Nacional pela Saúde             


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CONHEÇA MAIS: PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Faltam médicos no Brasil

Fonte: Publicação Pacto Nacional pela Saúde - SUS/MEC/MS

De 2003 a 2011, o número de postos de emprego formal criados para médicos ultrapassa em 54 mil o de graduados no País. Foram 147 mil postos contra 93 mil formados, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Além disso, até 2015, o Ministério da Saúde abrirá mais 35.073 postos de trabalho para médicos só com a construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

O Governo Federal já vem trabalhando para solucionar a falta de médicos

A oferta de vagas para medicina no Brasil cresceu 62,8% nos últimos dez anos, passando de 10.356 vagas em 2002 para 16.862 em 2012. Além disso, o Ministério da Educação investiu em alternativas para financiamento da graduação, com a criação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Universidade para Todos (ProUni), bem como na melhoria da estrutura das universidades federais, com o Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde mais que dobrou a oferta de bolsas de residência médica em instituições públicas para ampliar a formação de especialistas em áreas estratégicas para o SUS. O número de vagas abertas com financiamento do Ministério para esses cursos passou de 758, em 2011, para 2.881, em 2013.