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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Zarattini participa da III Jornada Parlamentar Brasil-Itália

A Câmara Municipal de São Paulo realiza hoje (29/05), a III Jornada Brasil-Itália, que discute as cidades sustentáveis e a segurança alimentar. O evento conta com a presença do Deputado Federal Carlos Zarattini, da presidente da Câmara dos Deputados da Itália, Laura Boldrini, do Deputado Fabio Porta  entre outros parlamentares italianos e brasileiros.
 Zarattini participa da mesa que debate o tema: Cidades Sustentáveis. Na abertura, o parlamentar ressaltou um dos principais desafios dos séculos XX e XXI, que é oferecer cidades com melhor qualidade de vida. “Na década de 50 tivemos uma urbanização muito rápida, onde surgiram os problemas de habitação”, lembra.
 O parlamentar falou sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, que já construiu 2 milhões de moradias. No entanto, ele avalia que “ainda estamos longe de atender às necessidades de toda a população”.


 Transportes
Sem dúvidas o transporte público é um dos temas que mais requer atenção do poder público. Na avaliação de Zarattini, os grandes e médios centros urbanos sofrem com um trânsito caótico, por dois fatores: “a ineficiência do transporte público e, consequentemente, a grande presença de veículos”. Embora o deputado considere que ainda há muito que ser feito, ele ressalta políticas públicas que já contribuíram para a melhoria em alguns segmentos. Ele citou o exemplo dos CEUs (Centros Educacionais Unificados), onde se permitiu integrar a educação e a cultura na cidade de São Paulo. 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Zarattini promoverá debate sobre acordo entre Brasil e Ucrânia


Acordo entre Brasil e Ucrânia para lançamento de foguete será discutido na Câmara

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 22, durante reunião ordinária, requerimento do Deputado Carlos Zarattini (PT/SP) convidando o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, para participar de audiência pública com objetivo de discutir a decisão do Governo Federal de cancelar o acordo bilateral entre Brasil e Ucrânia para o lançamento de foguetes ucranianos com satélites comerciais da base de Alcântara, São Luís, no Estado do Maranhão.
Foto: Antônio Augusto
A notícia foi publicada no jornal Folha de S. Paulo, na sua edição do dia 9 de abril de 2015. “Acreditamos que essa decisão, se confirmada, poderá impactar diretamente a Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE). Diante disso, é imprescindível que o ministro Aldo Rebelo venha à Casa para esclarecer os principais pontos do encerramento do contrato e o andamento da PNDAE”, destacou Zarattini.
Na justificativa, o deputado destacou que a vinda do ministro à Comissão poderá contribuir também para que o Congresso acompanhe os projetos da série CYCLONE, quarta versão do foguete lançador de satélites, desenvolvido entre Brasil e Ucrânia, veículo denominado VLS-2, destinado à colocação de satélites de médio porte em órbita baixa. “O ministro poderá fornecer subsídios e ferramentas necessários ao desempenho dos trabalhos legislativos a cargo desta Comissão e acompanhamento mais eficiente dessa temática”.

A Base de Alcântara é considerada privilegiada para o lançamento de foguetes e satélites. O governo dos Estados Unidos, por exemplo, já declarou interesse em utilizar suas instalações para fins comerciais, isso porque a região onde está localizada é uma das melhores do mundo para esse tipo de lançamento, já que se situa a 2 graus da linha do Equador.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Zarattini convida autoridades para depor na CPI do Sistema Carcerário

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário na Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14/04) requerimento do Deputado Federal Carlos Zarattini convidando o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir a situação do Sistema Carcerário Brasileiro. O diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional, DEPEN, Renato Campos Pinto de Vitto, o secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, Lourival Gomes, e o advogado e Professor Nilo Batista também foram convidados para discutir na Câmara as crescentes e constantes rebeliões de presos, a superlotação dos presídios, péssimas condições físicas das instalações e os altos custos financeiros de manutenção destes estabelecimentos.
Foto: Antônio Augusto/Câmara dos Deputados


Acredito que a participação dessas autoridades na CPI vai contribuir para que se investigue em profundidade o sistema prisional no país. Essas autoridades e o ministro Cardozo possuem amplo conhecimento sobre o tema e poderão cooperar efetivamente com os trabalhos da comissão, inclusive, com a apresentação de propostas que possam melhorar as condições nos presídios e combater a violência no país”, destacou o Deputado.
Zarattini foi o autor do pedido de abertura de CPI que foi assinado por 193 deputados. Em sua avaliação, a desestruturação do sistema prisional intensifica a incredulidade da sociedade sobre uma possível reabilitação do preso e do seu retorno ao convívio social. “O sistema prisional no Brasil é um dos grandes problemas que faz com que a violência aumente no paísjá que é absolutamente ineficiente. Não só os Direitos Humanos são desrespeitados, mas dentro das cadeias é onde hoje se formam as grandes quadrilhas e os principais problemas na área de segurança”, destacou.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Zarattini se empenha para aprovar projetos importantes para o Brasil

Conheça importantes projetos para o Brasil, que foram aprovados, contando com o empenho e o trabalho do Deputado Federal Carlos Zarattini. Basta clicar na publicação.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Em 3 anos, governo federal aplicou R$ 1,7 tri em sáude e educação


Presidenta voltou a falar sobre os investimentos durante seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”

Com R$ 1,7 trilhão, o total de recursos aplicado nas áreas de Educação e Saúde supera em 212 vezes o investimento em estádios da Copa do Mundo 2014, de 2010 até 2013.

Esta foi a mensagem do pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, reforçado no programa de rádio “Café com a Presidenta” desta segunda-feira (16).

“É preciso olhar os dois lados da moeda: a Copa não representa apenas gastos, ela traz também receitas para o país. É fator de desenvolvimento econômico e social, gera negócios, injeta bilhões de reais na economia, cria empregos”, analisou.

Dilma destacou, ainda, a evolução do Brasil que sediou a Copa de 1950 para o País de hoje. Atualmente, o País é a sétima economia do planeta, líder em diversos setores da produção industrial e do agronegócio mundial. Além disso, na última década, o País promoveu um dos mais exitosos processos de distribuição de renda, de aumento do nível de emprego e de inclusão social.

“Reduzimos a desigualdade em níveis impressionantes, levando, em uma década, 42 milhões de pessoas à classe média e retirando 36 milhões de brasileiros da miséria”, disse Dilma.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Brasil está entre países que alcançaram metas internacionais contra a fome


De acordo com a FAO, vinte países já cumpriram o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio número 1 (ODM-1), reduzindo pela metade a proporção de pessoas que sofrem de fome, segundo critério estabelecido pela comunidade internacional na Assembleia Geral da ONU em 2000.

Os países que já alcançaram o ODM-1 foram: Brasil, Angola, Argélia, Bangladesh, Benim, Camboja, Camarões, Chile, República Dominicana, Ilhas Fiji, Honduras, Indonésia, Jordânia, Malaui, Maldivas, Níger, Nigéria, Panamá, Togo e Uruguai.

Mais 18 países foram felicitados por alcançarem o ODM-1 e também a meta mais exigente da Cimeira Mundial sobre a Alimentação (CMA) de reduzir pela metade o número total de pessoas desnutridas.

O objetivo da CMA foi estabelecido em 1996, quando 180 nações se reuniram na sede da FAO, em Roma, para debater as formas de acabar com a fome.

Os países que alcançaram tanto o ODM-1 como as metas da CMA são Armênia, Azerbaijão, Cuba, Djibuti, Geórgia, Gana, Guiana, Kuwait, Quirguistão, Nicarágua, Peru, São Vicente e Granadinas, Samoa, São Tomé e Príncipe, Tailândia, Turcomenistão, Venezuela e Vietnã.

“Estes países estão abrindo caminho para um futuro melhor. São a prova de que com uma forte vontade política, coordenação e cooperação, é possível conseguir reduções rápidas e duradouras para a fome”, disse o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva.

Graziano da Silva apelou a todos os países para manter a dinâmica e, assim, alcançar a erradicação da fome, de acordo com o Desafio Fome Zero, lançado em 2012, pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

“Globalmente, a fome diminuiu na última década, mas 870 milhões de pessoas estão desnutridas e outros milhões de seres humanos sofrem com as consequências das deficiências de vitaminas e sais minerais, incluindo a falta de crescimento entre as crianças”, disse o responsável da FAO.

“Temos de manter nossos esforços”, disse, reforçando que isso deve ocorrer “até que o mundo possa viver uma vida saudável e produtiva”.

Segundo um estudo da FAO, “O estado da insegurança alimentar no mundo - 2012”, a grande maioria das vítimas de fome, 852 milhões, vive em países em desenvolvimento – cerca de 15% da sua população – e 16 milhões de pessoas estão desnutridas nos países desenvolvidos.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

PIB sobe 1,9% no primeiro trimestre; em 12 meses, crescimento é de 1,2%

São Paulo – O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre em comparação a igual período de 2012. Sobre o último trimestre do ano passado, a alta foi de 0,6%, abaixo do esperado. Em 12 meses, houve expansão de 1,2%, segundo os resultados divulgados na manhã de hoje (29) pelo IBGE. A preços de mercado, o PIB somou R$ 1,11 trilhão.
Em relação ao quarto trimestre de 2012, a agropecuária cresceu 9,7%, o setor de serviços teve leve alta, de 0,5%, e a indústria caiu 0,3%, puxada pelo segmento extrativo mineral (-2,1%) – a indústria de transformação subiu 0,3%.
Sobre o primeiro trimestre do ano passado, o destaque também foi a agropecuária, com crescimento de 17%. "A taxa pode ser explicada pelo bom desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no 1º trimestre e pelo crescimento na produtividade. Entre os produtos com safras significativas no trimestre e que registraram crescimento estão soja (23,3%), milho (9,1%), fumo (5,7%) e arroz (5,1%)", diz o IBGE.
A indústria recuou 1,4%, com queda de 6,6% no setor extrativo, resultado da retração na extração de petróleo. A construção civil caiu 1,3% e a indústria de transformação, 0,7%, "resultado influenciado pelo declínio da produção de máquinas para escritório e equipamentos de informática; metalurgia; químicos inorgânicos; produtos farmacêuticos, têxtil e artigos do vestuário".
De acordo com o instituto, a queda nesses setores "foi parcialmente contrabalançada" pelo crescimento da produção de veículos automotores, outros equipamentos de transporte, máquinas e aparelhos elétricos e mobiliário.
O consumo das famílias aumentou 2,1% sobre o primeiro trimestre de 2012, na 38ª variação positiva seguida nessa base de comparação. "Um dos fatores que contribuíram para este resultado foi o comportamento da massa salarial real, que teve elevação de 3,2% no primeiro trimestre de 2013", aponta o IBGE. "Além disso, houve um aumento, em termos nominais, do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas de 9,5% no primeiro trimestre de 2013."
A formação bruta de capital fixo, um indicador de investimentos, registrou crescimento de 3%, após quatro quedas seguidas em 2012, com "expansão da importação e produção interna de bens de capital". A despesa de consumo da administração pública subiu 1,6%. As importações subiram 7,4% e as exportações caíram 5,7%.
Na comparação com o último trimestre do ano passado, o investimento subiu 4,6%. O consumo das famílias ficou praticamente estável (0,1%).
O PIB acumulado em 12 meses (1,2%) teve alta de 3,9% na agropecuária e de 1,7% nos serviços. A indústria recuou 1,2%. O consumo das famílias aumentou 3% e o da administração pública, 28%. A formação bruta de capital fixo caiu 2,8%. As exportações recuaram 2,3%, enquanto as importações cresceram 0,6%.
A taxa de investimento no primeiro trimestre correspondeu a 18,4% do PIB, ante 18,7% em igual período de 2012.

Comparação

O IBGE divulgou duas tabelas de comparação internacional, a primeira com resultados sobre o quarto trimestre de 2012. Nessa base, o Brasil e os Estados Unidos têm crescimento equivalente (0,6%), acima do México (0,5%) e da Alemanha (0,1%) e abaixo do Japão (0,9%). O PIB da União Europeia recuou 0,1%.
Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, entre os chamados Brics, o Brasil tem expansão equivalente à da África do Sul (1,9%) e pouco acima da Rússia (1,6%). A China tem expansão de 7,7%.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Lula rebate críticas e afirma que mercado interno e inclusão social salvaram o país


 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (16) que o mercado interno e a inclusão de milhões de pessoas na classe média foram responsáveis pela estabilidade econômica do país em meio a um ambiente de crise internacional nos últimos anos. Em discurso na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, no centro da capital, Lula elevou o tom de crítica a setores que difundem opiniões favoráveis ao aumento da taxa de juros e dos níveis de desemprego, a pretexto de supostamente combater a inflação.
Pela manhã, durante evento em Nova Lima (MG), a presidenta Dilma Rousseff já havia feito duras críticas aos setores que atacam a forma como o governo faz o gerenciamento da inflação, chamando-os de “pessimismo especializado de plantão”.
Em referência aos 90 anos do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, comemorados hoje, o ex-presidente afirmou que dia de aniversário é dia de refletir “o significado da existência”. Disse que o volume de recursos disponíveis para crédito de todo o sistema financeiro nacional em 2003, seu primeiro ano de governo, era de R$ 380 bilhões. “Hoje, somente o BB tem R$ 600 bilhões para crédito e a Caixa, R$ 414 bilhões”.
E prosseguiu comparando: “Antes os bancários precisavam fazer passeatas porque não eram sequer recebidos para negociar com as direções dos bancos públicos; hoje as passeatas e manifestações são para lutar por uma vida melhor, pois desde 2003 nunca deixaram de ter aumento real”.
Lula aproveitou também para alfinetar o ex-governador José Serra, derrotado por ele em 2002 e por Dilma em 2010 nas eleições presidenciais. “Quando percebemos que o Serra não tinha competência para manter a Nossa Caixa, nós compramos, para não deixar que o banco fosse privatizado.”

"Momento de ouro"

O ex-presidente dirigiu-se à presidenta do Sindicato dos Bancários para dizer que Juvandia Moreira assumiu a entidade "num momento de ouro". Segundo Lula, até antes dos governos populares, dele próprio e de Dilma Rouasseff, "o Brasil era uma economia capitalista sem capital".
Em seu discurso, Juvandia comparou a história de construção do sindicato com a da trajetória de Lula e seu governo, "de inclusão social e mudança". Ela lembrou o período em que a entidade foi presidida por João Vaccari Neto (1998 a 2004), quase todo durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). "Um momento muito difícil em que sofremos ataques, um período de resistência". Segundo ela, a gestão anterior à sua, do hoje deputado estadual petista Luiz Cláudio Marcolino (2005 a 2010), representou um período em que o sindicato "cresceu e evoluiu".

Lula afirmou que a presidenta Dilma precisa visitar o sindicato, porque "os bancários fizeram o mesmo que o povo brasileiro ao eleger Dilma". Juvandia foi a primeira mulher a ocupar o cargo na entidade. Ela assumiu em maio de 2010 para completar o mandato de Marcolino, que se licenciou para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Foi reconduzida ao cargo em eleição realizada em junho de 2011.

Os ex-presidentes do sindicato Gilmar Carneiro, Ricardo Berzoini (atualmente deputado federal pelo PT), João Vaccari Neto e Luiz Cláudio Marcolino (deputado estadual), e os presidentes da CUT nacional, Vágner Freitas, e estadual de São Paulo, Adi dos Santos Lima, entre outros, participaram do evento.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Brasil sem Miséria tirou 22 milhões de pessoas da pobreza extrema


A presidenta Dilma Rousseff, no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (25), destacou a importância da retirada de 2,5 milhões de pessoas vão deixar a extrema pobreza, totalizando 22 milhões de brasileiros desde o início do mandato da presidenta. Esses são os últimos entre os usuários do Bolsa Família a darem esse passo. Para Dilma, esse é um fato histórico, que superou prazos e metas.

“São os últimos brasileiros dos 36 milhões que recebem o Bolsa Família a saírem da pobreza extrema. (…) Agora, cada um vai receber mais de R$ 70 e, por isso, vão sair da extrema pobreza. Realmente, esse é um fato histórico que superou prazos, superou metas. Isso significa que viramos uma página decisiva de uma longa história de exclusão social e agora nós damos mais um passo para construir um Brasil sem miséria”, destaca.

A presidenta afirmou que o próximo passo é encontrar e tirar da misérias quem ainda não está nos cadastros dos programas do governo federal, que ela chamou de pobreza extrema invisível. A estimativa é que ainda existam 700 mil famílias nessa situação e fora do Cadastro Único, sem receber o benefício. Dilma lembra que a Busca Ativa já conseguiu localizar, desde 2011, 800 mil famílias, que entraram no bolsa Família e conseguiram sair da miséria.

“Vamos continuar nesse esforço, buscando as 700 mil famílias que ainda faltam. Contamos com a valiosa parceria das prefeituras e dos estados para percorrer as periferias das grandes cidades, as comunidades ribeirinhas e extrativistas lá na Amazônia, procurar no semiárido do Nordeste e no Nordeste em geral, nas áreas rurais e em todos os cantos desse enorme país, identificando as pessoas em situação de extrema pobreza e dando a elas o acesso a todas as ações do Brasil sem Miséria”, detalhou.

Dilma reforçou, também, que a retirada das pessoas da pobreza extrema é um começo, e que é necessário oferecer para população serviços de qualidade, como ensino profissionalizante, para os adultos, e educação em tempo integral, para as crianças. Ela ainda lembra que, se a criança for do Bolsa Família, o governo federal vai repassar 50% mais dos recursos, além de financiar a construção e a reforma da creche.

“Para os adultos, é necessário melhorar o seu pequeno negócio ou arranjar um emprego melhor. O Pronatec é um ótimo exemplo de começo, porque lá nós oferecemos as vagas para qualificação profissional pelo Senai, pelo Senac, pelos institutos federais tecnológicos do MEC. (…) Nós queremos, Luciano, que todas as crianças tenham a oportunidade de frequentar uma boa escola. (…) É também muito importante que as nossas crianças frequentem as escolas de tempo integral, que auxiliam a criança, melhoram o ensino, melhoram seu desempenho”, completa.


Fonte: Linha Direta - http://migre.me/dpXEm

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Em ato do PT, Lula afirma que resposta a críticos será reeleição de Dilma em 2014

São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem (21) que a resposta que o PT deve dar aos seus críticos será a uma nova vitória da presidenta Dilma Rousseff em 2014. Não é a primeira vez que Lula afirma manifesta que a atual presidenta tem sua preferência para disputar a reeleição em 2014, Mas foi a mais defesa mais categórica até aqui, num dia em que o partido foi bombardeado por críticas como que setores da imprensa tentaram se antecipar à festa. “Eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem, porque, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a reeleição da Dilma em 2014", afirmou, ao lado da presidente.
Lula fez discurso contundente, misturando críticas à oposição e bom humor. Provocou os jornalistas presentes afirmando que quando critica a cobertura da imprensa, dizem que é atacado; e quando a imprensa o ataca, dizem que e crítica. Comentou o discurso de Aécio Neves (PSDB-MG) na tribuna do Senado, que elencou “13 erros” dos governos do PT, e convocou o s senadores do partido a se fartarem com o debate do tema no plenário da Casa. No final do ano, Aécio teve o nome lançado para em disputa em 2014 por Fernando Henrique Cardoso.
O ex-presidente tucano havia demonstrado irritação com a agenda petista do dia, já que a festa previa elencar resultados alcançados nos últimos dez anos a serem comparados com a gestão do PSDB. FHC havia dito que o PT precisa crescer, parar de ficar fazendo comparações, e fazer propostas para o futuro. Lula rebateu. Disse que as comparações são necessárias, e que devem ser feitas em todas as áreas: social, econômica, externa e, inclusive, na corrupção.
Sobre o início do período de uma década de governo do partido, disse que em 2003, no começo do primeiro mandato, "tinha a convicção de que não podia errar, porque eles são implacáveis. Eles não gostam de governo de esquerda e de governo progressista", afirmou.
O ato comemorativo do PT deu início a uma série de seminários que serão realizados no país, em parceria com o Instituto Lula e a Fundação Perseu Abramo. Importantes lideranças da legenda, entre parlamentares, ministros, prefeitos e governadores, marcaram presença. Lideranças do PR, PSB, PCdoB, PSD e PDT, integrantes da basse alidada, também discursaram.
 O auditório do hotel Holiday Inn ficou lotado, havia ainda centenas de pessoas do lado de fora acompanhando o evento pelo telão e mais de 60 mil pessoas acompanharam pela internet, segundo os organizadores. O evento fez parte das comemorações dos 33 anos de fundação da legenda. O próximo ato será realizado dia 28, em Fortaleza.
Em sua fala, Lula mencionou os índices sociais e os que mostram a evolução do emprego, e o sucesso da política econômica de sua gestão e de Dilma para dizer que os dados estão deixando os adversários "inquietos".
A presidenta Dilma fez um discurso longo e recheado de números e estatísticas para respaldar, no discurso, "a escolha pelo social" dos governos petistas. Ironizou as dúvidas sobre a redução da energia elétrica, divulgadas pelos partidos de oposição e por setores da mídia quando do anúncio da medida, e disse que esse discurso midiático-político continua.
"O mesmo tipo de previsão equivocada e tendenciosa começa agora a se repetir em relação à capacidade do Brasil de aumentar seu ritmo de crescimento e manter a estabilidade econômica. Repito: nossos fundamentos estão cada vez mais sólidos", garantiu a presidenta. Segundo ela, o seu governo, que enfrentou "uma das maiores crises internacionais da história, está mais do que preparado para enfrentar os desafios do presente e do futuro".

Fonte: Rde Brasil Atual -  http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2013/02/lula-resposta-criticos-sera-reeleicao-dilma-2014

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Brasil vai ser 5ª economia do mundo antes de 2015, diz Mantega


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira, 27, que em menos de quatro anos o Brasil será a quinta maior economia do mundo, em termos de Produto Interno Bruto (PIB), superando a França. "O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas acredito que isso ocorrerá antes", disse.
Mantega ressaltou que a velocidade de crescimento do Brasil é o dobro da registrada pelos países europeus. "Portanto, é inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor", disse. O ministro reafirmou que de 2003 a 2010, o crescimento do País ficou ao redor de 4% e que, em 2013, esse patamar será retomado, pois estima que o PIB deve avançar de 4% a 5%.
O ministro ressaltou que o Brasil está no caminho certo, pois tem um alto nível de geração de emprego, inflação sob controle, "está na vanguarda do crescimento" e deve apresentar condições econômicas melhores em 2012 do que neste ano. "O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011", comentou. "O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato".
Questionado pela Agência Estado se os juros também estarão menores, Mantega afirmou que haverá redução do custo financeiro das operações relacionadas aos consumidores, mas não se manifestou sobre a Selic, atualmente em 11% ao ano. Na última quinta-feira, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos, afirmou que "se for necessário, vai haver aumento da taxa de juro. Não sei quando", referindo-se à eventualidade de o nível de atividade ficar muito aquecido e, em algum momento do futuro, aumentar bastante as pressões sobre a inflação.
O ministro da Fazenda, contudo, foi realista e manifestou que a renda per capita do Brasil precisa avançar para que o padrão de vida da população melhore e fique perto do que é registrado pelos países mais ricos do mundo. "Mas já estamos melhorando bem", comentou.
Fonte: Estadão - http://migre.me/d9DVT

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Brasil foi quem mais reduziu desigualdade entre Brics, diz estudo


Lisboa – Entre as cinco maiores economias emergentes, o Brasil foi a que mais diminuiu a desigualdade socioeconômica nas últimas duas décadas. A conclusão consta de estudo comparativo, feito no ano passado com base em dados secundários (de organismos multilaterais internacionais como as Nações Unidas e o Banco Mundial) e publicado pelo Observatório das Desigualdades da Universidade de Lisboa.
Segundo a autora do estudo, Maria Silvério (mestranda em antropologia na área de migrações, globalização e multiculturalismo no Instituto Universitário de Lisboa), o Brasil é, entre os países do Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul), o único que “conseguiu diminuir consideravelmente a desigualdade de renda nos últimos 20 anos, saindo de um [coeficiente de] Gini de 0,61 em 1990 para 0,54 em 2009”. No índice (um dos mais usados para comparações socioeconômicas entre países), criado pelo estatístico italiano Corrado Gini,  zero representa a igualdade total de renda.
Em intervalos de tempo nas duas últimas décadas, Maria Silvério observou que os demais países tiveram concentração de renda. “A África do Sul obteve um crescimento acentuado no Gini, que passou de 0,58 em 2000 para 0,67 em 2006 (...) A Rússia apresentou grandes oscilações no Gini, que foi de 0,24 em 1988 para 0,46 em 1996. Em 2002, o índice caiu para 0,36 e voltou a subir em 2008 para 0,42 (…) A China e a Índia apresentaram em 2005 um coeficiente de Gini de 0,42 e 0,37, respectivamente”, mostra o trabalho.
Os dados revelam que apesar da melhoria, o Brasil ainda é o segundo maior em desigualdade entre as grandes economias emergentes - só não é pior que a África do Sul que, até meados da década de 1990, vivia sob oapartheid (regime político e econômico de segregação racial). “O que chama a atenção no Brics é que o Brasil tem pessoas tão pobres quanto as mais pobres do mundo e tão ricas quanto as mais ricas”, explicou a pesquisadora à Agência Brasil.
Na opinião de Maria Silvério, a diminuição da desigualdade e o consequente aumento da classe média podem favorecer o crescimento da economia brasileira. “Normalmente, o que mais faz um país crescer é a classe média, que consome muito. Por ser classe média, tem expectativa de crescer mais ainda – o que fomenta a economia com maior circulação de bens e a compra de automóveis e imóveis”; avalia.
Além do coeficiente de Gini, Maria Silvério comparou a situação de homens e mulheres, a escolaridade e o acesso à saúde no Brics. À exceção da África do Sul, aumentou a expectativa de vida e diminuiu a mortalidade infantil entre as economias emergentes nos últimos 20 anos. O Brasil  apresentou o maior crescimento da expectativa de vida (7,2 anos) e tem, juntamente com a China, a população com idade mais longeva (73,5 anos), em média.
A Rússia tem os melhores indicadores de mortalidade infantil e de escolaridade. No ex-país socialista, a mortalidade caiu de 27 mortes de crianças (até 5 anos) para cada mil nascidos (em 1990) para 12 óbitos na mesma proporção (em 2009). O Brasil teve a queda mais acentuada: de 56 para 21 mortes para cada mil nascidos e está à frente da Índia e da África do Sul (66 mortes).
Sobre a escolaridade média dos adultos, o Brasil (com 7,2 anos) apresenta pior indicador do que a Rússia (9,8 anos), a África do Sul (8,5 anos) e a China (7,5 anos) – superando apenas a Índia (4,4 anos). A escolaridade entre os emergentes é mais baixa que nos Estados Unidos (12,4 anos), na Alemanha (12,2), no Japão (11,6) e na França (10,6).
No Brics, o Brasil é o país com a maior proporção de mulheres com o ensino médio completo Para cada grupo de mil homens com essa escolaridade havia (em 2010) 1.054 mulheres com o mesmo tempo de escola.
Na China, há a maior proporção de mulheres no mercado de trabalho. Para cada função de homem empregado, havia 0,805 função de mulheres (dado de 2009). No Brasil, a proporção é uma função de homem para cada 0,734 de mulheres empregadas.
Fonte: Rede Brasil Atual - http://migre.me/d6EyL

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

República Italiana: Eleições 2013


No Brasil, vivem mais de 30 milhões de ítalo-brasileiros, por isso, a participação de representantes dessa comunidade no Parlamento Italiano é fundamental para que se fortaleçam as relações Brasil-Itália.
O período das eleições ao parlamento da Itália para eleitores que moram no exterior será entre os dias 4 e 21 de fevereiro de 2013. Os italianos (ou os que possuem cidadania italiana) poderão escolher 2 (dois) candidatos a senador e 2 (dois) candidatos a deputado do mesmo partido. 
Se você reúne os requisitos para participar das eleições, indico e peço seu voto para o Deputado Fábio Porta por ser companheiro do campo da defesa da democracia e dos direitos sociais. Leia mais abaixo.
Carlos Zarattini
Dep. Federal – PT/SP
Por que Votar?

Não creio que exista um povo com uma presença tão grande e dispersa em todos os cantos da terra; durante mais de um século de emigração italiana no mundo, nações e países foram povoados, às vezes construídos, por uma leva de homens e mulheres corajosos e incansáveis.

Existe uma nação que acolheu em seus grandes braços a maioria desses audazes emigrantes: é o nosso Brasil, o País onde vivem mais de 30 milhões de ítalo-brasileiros!

Nos últimos anos, o Brasil demonstrou que não é somente o País que hospeda o maior contingente de ítalo-descendentes no mundo, mas também uma grande potência mundial.

Provavelmente, o País emergente mais interessante para a Itália e para a Europa em relação às oportunidades de investimento e penetração comercial.
Uma maior presença do Brasil no Parlamento Italiano, obviamente através de seus representantes aqui residentes, seria não só possível mas também desejável.
Fortalecer as relações Itália-Brasil tem sido nesses anos a minha maior preocupação como único parlamentar italiano oriundo deste extraordinário País. Uma política voltada a estreitar cada vez mais as relações ítalo-brasileiras, a partir da valorização da grande presença italiana, que se constrói através de uma plena compreensão e do consequente respeito dessa belíssima coletividade.
É por isso também que o voto de fevereiro é importante, não só para os italianos da “bota”. Os ítalo-brasileiros merecem a confirmação de sua cadeira na Câmara dos Deputados (que modestamente creio ter honrado com trabalho e absoluta dedicação) e devem justamente almejar a conquista de uma cadeira no Senado.
Isso será possível somente em duas condições: a primeira é a de votar no PARTIDO DEMOCRÁTICO, o único partido (e as eleições de 2006 e de 2008 demonstraram isso!) capaz de eleger um Deputado e um Senador; a segunda, é a de exprimir corretamente a própria preferência, escrevendo o sobrenome do candidato (ou dos candidatos) ítalo-brasileiros ao lado do símbolo do PD.
A primeira condição, dentre outras, fortalece uma terceira: somente um grande partido e um partido de governo permitirão aos eleitos no exterior transformar em realidade as muitas expectativas dos italianos no exterior; não é suficiente, na realidade, ser eleito e pensar em fazer “milagre”, principalmente se você fizer parte de um partido minúsculo ou insignificante; ainda menos se esse partido será condenado à oposição e à falta de influência sobre as escolhas do governo.
Infelizmente, a repartição da América Meridional sofre por causa de um forte desequilíbrio em seu número de eleitores: mais de 50% dos eleitores (e quase 60% dos votantes) são na realidade residentes na Argentina e isso favoreceu nesses anos tanto a eleição dos candidatos ítalo-argentinos quando o nascimento de listas e partidos que são expressão da coletividade italiana naquele País.
A preocupação, portanto, não é a de se ter uma legítima presença no Parlamento de parlamentares eleitos ou residentes na Argentina (todos os parlamentares representam toda a repartição e, acima de tudo, o povo italiano),  mas a de garantir condições equivalentes de voto ativo e passivo a todos os eleitores e a todos os seus Países de residência.
Estamos certos que este voto contribuirá para equilibrar essa carência, fortalecendo uma presença que, além de dar uma justa representação à maior colônia de ítalo descendentes no mundo, contribuirá para fortalecer a política externa italiana nas direções do continente sul americano e do  maior e mais interessante País desta região, o Brasil.
“Votar é preciso” portanto, e é esse o apelo que fazemos de coração a todos os duzentos e cinquenta mil eleitores italianos do Brasil.
Um voto pela Itália, pela sua amizade com o Brasil e com o mundo; um voto pelos nossos filhos!
É esse o voto que pedimos: o governo de Pierluigi Bersani, assim como foi o governo de Romano Prodi, restituirá dignidade aos italianos no exterior e retomará os projetos e as políticas de integração cultural, social e econômica entre as duas Itálias.
Um projeto político dentro de um grande desafio, o desafio de mudar, construindo uma “Itália mais justa”, com menos cortes às políticas sociais e aos investimentos econômicos e mais coragem nos programas de desenvolvimento e no apoio aos jovens e ao emprego.
Uma Itália completamente diferente daquela que Berlusconi fez o mundo conhecer, cujo governo contribuiu não só para o agravamento da crise econômica mas também pela precipitação da imagem internacional do nosso País.
Esse é o projeto no qual acreditamos: ajude-nos a realizá-lo!
Fabio Porta

Deputado do Parlamento Italiano e Presidente da Associação de Amizade Itália-Brasil


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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Governo aperfeiçoa ações nas fronteiras e resultados evoluem


O governo divulgou no fim de 2012 o balanço de um ano e cinco meses do Plano Estratégico de Fronteiras, lançado em junho de 2011. A avaliação positiva do governo destaca ações das operações “Sentinela” e “Ágata”. A primeira é coordenada pelo Ministério da Justiça, e a segunda, pelo Ministério da Defesa.

A operação Sentinela desarticulou 42 organizações criminosas transnacionais, prendeu 20 mil pessoas e apreendeu 310 toneladas de maconha e 40 toneladas de cocaína. A quantidade de drogas apreendidas foi 330% maior, se comparada com período equivalente, entre janeiro de 2010 e maio de 2011.

Para o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), “os números mostram que as ações nas fronteiras evoluíram muito e estão muito mais aperfeiçoadas que antes”. A Operação Sentinela também apreendeu 2.235 armas, 7.500 veículos, R$ 10 milhões oriundos de atividade ilícita e quase 2 milhões de medicamentos falsificados ou de venda proibida no Brasil.

Já a operação Ágata apresentou o seguinte resultado: 319 mil veículos vistoriados, 222 aviões inspecionados e 5.600 embarcações fiscalizadas, das quais 498 foram apreendidas. Também na operação Ágata, quatro pistas clandestinas de pouso foram destruídas e 19 mil quilos de explosivos e 11 mil quilos de entorpecentes foram apreendidos.

Zarattini lembrou também que “o governo iniciou o processo do Sisfron [Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras], que em dois anos permitira o acesso a dados muito mais evoluídos e com resultados muito mais eficazes.” O sistema é uma importante iniciativa adotada pelo Ministério da Defesa para monitorar e aumentar a presença do Estado brasileiro nas fronteiras brasileiras.

Entre os investimentos previstos para este ano dentro do Plano Estratégico de Fronteiras, estão a compra de equipamentos de comunicação, viaturas, lanchas, coletes à prova de balas e a construção de residências funcionais para policiais federais.

Dimensões – O Brasil possui 16.886 quilômetros de fronteiras com dez países, ao longo de 11 estados e 588 municípios. Em função dessas dimensões, os diversos problemas constatados, como contrabando, tráfico de drogas e de armas, roubo de cargas e de veículos e crimes ambientais, adquirem maior relevância.

O deputado Zarattini enfatiza que, infelizmente, o problema de segurança não está só nas fronteiras. “Alguns governos de estado, como o de São Paulo, preferem reprimir a população a, de fato, combater a criminalidade” constatou.


Fonte: Linha Direta - http://migre.me/cP5pN

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Brasil reduz mortalidade infantil e atinge metas da ONU dois anos antes


A taxa de mortalidade infantil no país em 2011 era 16,8 óbitos por cada grupo de mil habitantes, índice "ainda elevado e que chega a ser três vezes maior do que o verificado em Cuba", onde a taxa é cinco mortes por cada grupo de mil. Apesar disso, o Brasil cumpre a meta estabelecida pela ONU nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

Segundo o gerente da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cláudio Crespo, o levantamento constatou que o componente pós-neonatal prevalecia no Brasil até o fim da década 1980. A partir dessa data, começou a predominar o peso do componente neonatal (precoce e tardia), que em 2011 atingiu 68,3% do total de óbitos de menores de 1 ano.

“É evidente que o país avançou nessa questão da mortalidade infantil, o que fez com que atingisse, com dois anos de antecedência, as metas fixadas no programa Objetivos do Desenvolvimento do Milênio [compromisso universal da Organização das Nações Unidas para a erradicação da pobreza com a sustentabilidade do planeta], mas 48% das mortes infantis no país são de crianças com idade acima do prazo de seis dias”, alertou.

Cláudio Crespo ressaltou que nos países mais desenvolvidos, onde a taxa de mortalidade infantil é baixa, o percentual é sempre até seis dias e, em geral, ligado a problemas congênitos. “Então, quanto mais dias passam, mais as mortes estão ligadas a problemas sociais - o que significa que ainda há espaço para uma redução maior da taxa de mortalidade infantil no país”, disse.

De acordo com a pesquisa do IBGE, à medida que o país tem avanços nas questões estruturais relacionadas às áreas de saneamento e acesso à saúde, a tendência é que os óbitos infantis se concentrem no componente neonatal precoce (óbitos de crianças até seis dias).

Os dados do IBGE indicam ainda que dos 16,8% relativos à taxa de mortalidade infantil no país em 2011, por cada grupo de mil habitantes, 51,8% envolvem crianças até seis dias de vida. “Nos países mais desenvolvidos,a mortalidade infantil ocorre basicamente (cerca de 90%) entre as crianças até seis dias de vida – e geralmente de causas congênitas”, disse Crespo.

“É por isso que eu sustento, considerando países como os Estados Unidos e Cuba - que têm taxas de mortalidade em torno de sete e de cinco mortes por cada grupo de mil habitantes nascidos vivos – que a nossa taxa ainda é elevada. Mas, por outro lado, o país cumpriu com os compromissos das Metas do Milênio”.


Fonte: Linha Direta - http://migre.me/cq7jY

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Fontes limpas e renováveis correspondem a 83% da energia gerada no Brasil


Desde o início do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, o Brasil aumentou em 4.244 Megawats (MW) sua capacidade geradora, com a entrada em operação de 52 empreendimentos. De acordo com balanço do programa divulgado hoje (19) pelo governo federal, 83% (3.525 MW) da energia agregada têm como origem fontes limpas e renováveis. A expectativa é de que outros 28.022 MW sejam agregados ao sistema a partir da conclusão de obras que já estão em andamento.

Parte da geração já agregada tem como origem a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, que tem seis turbinas em funcionamento, gerando 417 MW, e 19 usinas eólicas (UEE), que agregam outros 475 MW ao sistema. Há, ainda, 23 usinas termelétricas gerando 1.711 MW.

Com as 11 hidrelétricas cujas obras estão em andamento, o sistema poderá gerar 18.702 MW a mais de energia. Estão sendo construídas também 28 termelétricas, que vão gerar 6.868 MW, e 87 eólicas com capacidade para gerar 2.291 MW.

Atualmente há 23 linhas de transmissão sendo instaladas, com uma extensão de 10.657 quilômetros. Desde o início do programa, 13 subestações de energias e 17 linhas foram concluídas, totalizando 3.308 quilômetros para a transmissão da energia gerada.

Na área petrolífera, foram assinados contratos para a construção de 21 sondas, a um custo de R$ 29 bilhões. A indústria naval contabiliza a contratação de 228 empreendimentos pelo Programa de Expansão e Modernização da Marinha Mercante. Outros 81 já foram entregues.

O PAC 2 já investiu R$ 5,8 bilhões no setor de combustíveis renováveis, para o escoamento integrado à movimentação de álcool nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Nesses investimentos estão incluídas obras de instalação para coleta, armazenamento e transporte por dutos, para permitir a saída da produção por meio de portos marítimos.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/10gzT7c

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Eleitor deu vitória ao PT em resposta à melhoria de vida, diz senador petista


E, ao contrário do que analistas e colunistas da imprensa afirmavam, com previsões pessimistas para o PT, o resultado das urnas não apenas mostrou uma vitória expressiva em diversas cidades, o PT foi a agremiação que mais votos recebeu no primeiro turno: 17,3 milhões. “O PT não só venceu como aumentou em 14% o número de municípios que irá governar. Hoje temos 550 municípios e passaremos a ter, sem contar as cidades onde disputamos o segundo turno, 625 prefeituras que vão experimentar o modo petista de governar”, disse Anibal Diniz em discurso.
O parlamentar atribuiu a expressiva vitória do PT em diversas localidades à força da militância e à população que na vida real sente os benefícios das políticas públicas inclusivas adotadas a partir do governo do ex-presidente Lula e mantidos e ampliados pela presidenta Dilma Rousseff.  “Os institutos de pesquisas serviram de referência às previsões negativas e os fatos recentes, como o julgamento do Supremo Tribunal Federal, serviram para que os apregoadores de resultados prévios insistissem na tese da exaustão do PT, que amargaria derrotas capazes de nos relegar a um papel secundário na política em todo o País”, afirmou. Segundo Anibal, o sistema de apuração da Justiça Eleitoral – um dos mais avançados do mundo, senão o mais avançado – não demorou muito para que o resultado das urnas mostrasse um quadro totalmente contrário do que o alardeado pelos pessimistas de plantão.
Anibal Diniz observou que dos 115,8 milhões de votos computados em todo o País, os candidatos petistas receberam no primeiro turno 17,3 milhões de votos, o maior número entre todos os partidos. Esse número corresponde a quase 15% do total de votos. “O PSDB, nosso principal adversário no plano nacional, teve 13,9 milhões de votos, 3,4 milhões a menos do que os votos obtidos pelos candidatos do PT”, afirmou.
E essa diferença poderá aumentar, até porque nas 22 cidades em que os candidatos do PT vão disputar o segundo turno, seis contra candidatos do PSDB. “O crescimento do PT se tornará, certamente, maior e mais significativo com o resultado do segundo turno”, prevê. Para Anibal, a força petista poderá ser melhor dimensionada se considerar, também, os candidatos a vice-prefeitos que foram eleitos em composição com os partidos da base aliada, sem contar o expressivo número de vereadores eleitos para as câmaras municipais, dos menores aos maiores municípios do Brasil.
São Paulo
O senador também comentou sobre a histórica disputa pela prefeitura de São Paulo, que tem como candidato o ex-ministro da Educação Fernando Haddad. “O candidato que liderava as pesquisas e que os analistas de plantão já alardeavam como inevitável na disputa do segundo turno acabou fora do segundo turno. O PT, com a força da militância, vai disputar o segundo turno com o objetivo de vencer José Serra. Vale ressaltar e cumprimentar o ex-presidente Lula, que conduziu de maneira acertada o processo de escolha de Haddad”, disse.
Em seu discurso, Anibal ressaltou que em São Paulo, surpreendentemente, não houve debate entre os candidatos, como um esforço para evitar que houvesse um confronto entre o petista Haddad e o tucano Serra. Segundo ele, o mesmo ocorreu na disputa eleitoral de Rio Branco, capital de seu estado. O candidato Marcos Alexandre, após percorrer uma longa trajetória parecida com a de Haddad, mal aparecia nas pesquisas no começo da disputa, mas mesmo assim era alvo de todo a sorte de ataques dos adversários, como forma de impedimento, de promover uma desqualificação do candidato. “Os que apostaram nisso fracassaram. Nosso candidato chegou em primeiro lugar na disputa na capital com mais de 48% dos votos, contra 43,7% do candidato do PSDB. Para nós, isso é motivo de muito orgulho, porque assim como o ex-presidente Lula apostou no novo, na maior cidade do Brasil, no Acre nós também apostamos no novo, um engenheiro civil de 35 anos”, enfatizou.
Fonte: Partido dos Trabalhadores - http://virou.gr/OTIvzd

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Brasil vai crescer mais de 4% em 2013 e em diante, diz Mantega


Segundo Mantega, a desaceleração foi decorrência da combinação de medidas adotadas pelo próprio governo para conter a inflação e o superaquecimento da economia e da crise internacional. Por isso, diz, a retomada foi mais lenta e difícil do que era esperado.

Mantega afirmou ainda que o Brasil tem condições de acelerar o crescimento, mesmo em um cenário adverso, porque tem fundamentos sólidos, estabilidade política e jurídica, solidez financeira, um grande potencial energético com o pré-sal, grande dinamismo do mercado interno e eficiência na produção de commodities, que é uma vantagem, se bem administrada, afirmou o ministro, que participa de fórum econômico promovido pela Revista Exame, hoje em São Paulo.

`Não é só consumo`

Mantega, procurou, em suas palavras, “desmistificar” a afirmação de que na última década o crescimento brasileiro foi impulsionado pelo consumo. Segundo o ministro, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aumentou sua participação como proporção do PIB, enquanto o consumo das famílias, pelo contrário, perdeu participação desde 2001.

“O Brasil está entre os países do mundo em que a participação do consumo das famílias no PIB diminuiu entre 2001 e 2012”, segundo o ministro.

De acordo com o ministro, nos últimos dez anos o investimento no Brasil cresceu a uma taxa anualizada de 8,6%. No gráfico apresentado por Mantega, no entanto, não constava qual foi o aumento do investimento na China. “Não sei por que a equipe técnica não colocou, talvez para não nos humilhar, porque lá foi bem maior”, reconheceu.

Estímulos

O Brasil vem fazendo uma política fiscal anticíclica desde 2008, segundo o ministro da Fazenda. Naquele ano, o Minha Casa Minha Vida veio se somar a iniciativas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que fortaleceu a construção civil, que já vinha em tendência de expansão. Para Mantega, este é um dos polos dinâmicos da economia brasileira.

Além disso, reafirmou o ministro, “temos volume grande de investimentos em petróleo e gás, já que a Petrobras tem o maior plano de negócios do mundo. Até o meio do ano foram mais de R$ 40 bilhões”, disse ele, lembrando que esses aportes independem da crise internacional.

Mantega ainda lembrou que o Brasil tem programas de concessão de investimentos em infraestrutura para a iniciativa privadas. Além dos eroportos já concedidos, Mantega voltou a afirmar que novas concessões em logística devem ser anunciadas. O ministro lembrou ainda das concessões de rodovias e ferrovias.

Além disso, disse o ministro, ontem o governo ampliou a desoneração da folha de pagamentos para mais 25 setores, além dos 15 que já tinham sido beneficiados. Assim, as desoneração fiscais neste ano devem somar R$ 44 bilhões, nos cálculos da Fazenda, ou cerca de 1% do PIB.

Referência a Meirelles

O ministro disse que o Brasil tem praticado uma política monetária moderadamente expansionista e política cambial ativa, que não permite que o real desvalorize.

O fórum tem entre os participantes o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, com quem brincou: “Nossa política monetária não é tão expansionista assim”.

Mantega citou ainda que o governo tem dado prioridade ao investimento e reformado o marco regulatório.

O ministro disse que a dívida pública está diminuindo e abrindo espaço para mercado de dívida privada, “que deve se expandir, e isso reduz o custo do capital, das transações econômicas de modo geral, embora ainda tenhamos taxas de juros muito elevadas para pessoa física e jurídica. Por isso a politica monetária não é tão expansionista assim”.

Mantega reiterou que os bancos privados têm tido postura mais conservadora sobre expansão do crédito. “Mas temos espaço para melhorar, reduzindo o spread. Temos instrumento que outros países, com taxas de juros lá embaixo, não possuem.”

Retomada à vista

O ministro disse que no segundo semestre ainda se verá mais claramente o impacto de todas as medidas que estão sendo tomadas.

“Temos segurança de que a economia está em aquecimento. Vamos terminar o ano com crescimento próximo de 4% [taxa anualizada]”.

Mantega minimizou a redução da estimativa do governo para o crescimento do PIB em 2012, de 3% para 2%. “A projeção de crescimento de 2% do PIB em 2012 é apenas uma média”, disse.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/QfVE3O

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Brasil é o único entre os Brics que melhorou competitividade

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil volta a subir no ranking de competividade global de acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) divulgado nesta quinta-feira (05/09). Foi único país entre o grupo de países emergente, o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a subir no ranqueamento. Agora, o Brasil ocupa a 48ª posição.

Entre os mercados emergentes, a República Popular da China continua a liderar o grupo do Brics, mas caiu três posições em relação ao ano passado, passando da 26ª para a 29ª posição. A África do Sul ocupa, atualmente, o 52º lugar, seguida pela Índia (59º) e pela Rússia (67º). O líder do ranking continua sendo a Suíça, seguida por Cingapura, Finlândia, Suécia, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Hong Kong e Japão.

O relatório
O ranking de competitividade é elaborado a partir de pesquisas de opiniões e percepções com 14 mil empresários em 144 países no mundo. O relatório de Competitividade Global destaca que o Brasil aparece agora entre as 50 economias mais competitivas do ranking, e que a melhora de posição acontece "apesar do índice de inflação de quase 7%".

O estudo afirma que o Brasil melhorou nas suas condições macroeconômicas e tira proveito de ter o sétimo maior mercado interno do mundo. O país também é elogiado por seu uso cada vez maior de tecnologias da informação e comunicação e no acesso a financiamentos para projetos de investimentos.

Os esforços do Brasil para incentivar micro e pequenas empresas são reconhecidos, mas o país ainda é visto como um dos mais difíceis para novos empreendedores, com percepção de que os impostos são altos demais e provocam distorções na economia.

Sobre competitividade sustentável, "o desempenho geral relativamente bom do Brasil mascara uma série de preocupações ambientais, como desmatamento da Amazônia, com o país registrando um dos maiores índices de desmatamento do mundo. E apesar de o Brasil demonstrar um desempenho geral razoável na área de sustentabilidade social, a desigualdade enorme do país segue preocupante".

Segundo o ranking, os países do Sul da Europa continuam a sofrer por causa da crise econômica, entre eles, a Grécia, que ocupava o 90º lugar no ano passado e caiu seis posições este ano. Já as economias asiáticas têm demonstrado grande desempenho. Além de Hong Kong e Japão, Taiwan (13º) e República da Coreia (19º) aparecem entre os 20 países mais competitivos do mundo.

Na África Subsaariana, a África do Sul (52º) e as Ilhas Maurício (54º) apresentam as melhores colocações, o que demonstra, segundo o ranking, que a maioria dos países da região continua a demandar esforços para melhorar sua competitividade. Na América Latina, o país com melhor posição é o Chile, que aparece em 33º lugar.

O ranking do Relatório Global de Competitividade é baseado no Índice de Competitividade Global, desenvolvido para o Fórum Econômico Mundial, e engloba 12 categorias, chamadas de pilares de competitividade, entre elas, instituições, infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, capacitação e educação superior, eficiência no mercado de bens, eficiência no mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado financeiro, prontidão tecnológica, tamanho de mercado, sofisticação de negócios e inovação.

Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/OpIluy