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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Em 3 anos, governo federal aplicou R$ 1,7 tri em sáude e educação


Presidenta voltou a falar sobre os investimentos durante seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”

Com R$ 1,7 trilhão, o total de recursos aplicado nas áreas de Educação e Saúde supera em 212 vezes o investimento em estádios da Copa do Mundo 2014, de 2010 até 2013.

Esta foi a mensagem do pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, reforçado no programa de rádio “Café com a Presidenta” desta segunda-feira (16).

“É preciso olhar os dois lados da moeda: a Copa não representa apenas gastos, ela traz também receitas para o país. É fator de desenvolvimento econômico e social, gera negócios, injeta bilhões de reais na economia, cria empregos”, analisou.

Dilma destacou, ainda, a evolução do Brasil que sediou a Copa de 1950 para o País de hoje. Atualmente, o País é a sétima economia do planeta, líder em diversos setores da produção industrial e do agronegócio mundial. Além disso, na última década, o País promoveu um dos mais exitosos processos de distribuição de renda, de aumento do nível de emprego e de inclusão social.

“Reduzimos a desigualdade em níveis impressionantes, levando, em uma década, 42 milhões de pessoas à classe média e retirando 36 milhões de brasileiros da miséria”, disse Dilma.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

É direito de todo cidadão protestar e cobrar dos responsáveis as melhorias para o Brasil


EXIJA CORRETAMENTE






Contudo, é preciso saber diferenciar os papeis de cada um na gestão do País, principalmente dos cargos majoritários, como presidente, governador e prefeito. 

Por exemplo, muitas pessoas cobram da presidenta Dilma Rousseff investimentos em transporte público, escolas e, até mesmo, em segurança. Mas essas são responsabilidades dos governos dos estados e prefeituras.

Na área educacional, o Ministério da Educação comanda as universidades federais e o ensino técnico. Já o ensino fundamental e médio são administrados pelas prefeituras.

É também de responsabilidade da Pasta programas como #Prouni#Fies#CiênciaSemFronteiras e#Pronatec.

São as prefeituras que gerenciam os hospitais públicos e emergências nas cidades. Ao MS cabem, apenas, ações preventivas, coordenação e fiscalização do SUS.

O governo estadual controla a segurança pública do Estado, como as Polícias Civil e Militar.

Já ouviu falar na Força Nacional, aquela acionada para conter greves e crises? Essa, sim, está sob a conta do governo federal.

Outra coisa: a Dilma pode, apenas, sugerir a criação de leis ou as suas alterações, mas a aprovação depende do Congresso Nacional. Pode, também, vetar leis que foram previamente aprovadas pelos senadores e deputados.

A presidenta deve manter relações com países estrangeiros, decretar estado de defesa, de sítio ou intervenção federal quando necessário. Ela comanda as Forças Armadas e, também, apresenta ao Congresso Nacional o plano de governo, de investimentos e prestação de contas.

Percebeu como conhecer as regras do jogo faz toda diferença?

É como dia a sabedoria popular: Dai a César, o que é de César.

Cobre do governador do Estado ou do prefeito de sua cidade que os recursos repassados pelo Governo Federal sejam aplicados.

Acompanhe todas as informações orçamentárias emhttp://bit.ly/18P1bKv e saiba mais sobre as funções da Presidenta da República em http://bit.ly/TTALB2

Fonte: Partido dos Trabalhadores

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Desculpa aí, mas a Copa é boa para o Brasil sim

Existe no Brasil uma geração que nunca viu a seleção brasileira conquistar a Copa do Mundo. Essa galera também não sabe que o país tinha regras diferentes, onde não cabia opções: ou se investia em educação ou saúde, em saneamento, nem pensar! Era gasto. E a casa própria era apenas paras as classes B e A. Mas o

Brasil mudou e hoje, no lugar de escolher uma alternativa, o pais adotou o agregar e incluir. Agora a população pode ter sim mais saúde, mais educação, mais infraetrutura, mobilidade urbana e também Copa do Mundo. Está na dúvida? Então veja os números:

Desde 2010 o governo investiu R$ 968 bilhões em educação, saúde e infraestrutura. E como a nova onda é a de somar, ainda foram investidos R$ 17,6 bilhões em toda a infraestrutura envolvendo a Copa.




Desde 2010 o governo investiu R$ 968 bilhões em educação, saúde e infraestrutura. E como a nova onda é a de somar, ainda foram investidos R$ 17,6 bilhões em toda a infraestrutura envolvendo a Copa.

Em educação, por exemplo,o governo entregou 1300 creches até o início desse ano e outras 3100 estão em construção. São 49 mil escolas com ensino de tempo integral e o objetivo é chegar a 60 mil até o fim do ano.

Para aperfeiçoar o ensino, professores alfabetizadores estão sendo preparados para ajudar as crianças a chegar ao 8 anos de idade já sabendo ler e fazer as operações básicas de matemática.

Adicione a isso a retomada dos investimentos para o ensino técnico, com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec). Sozinho e com pouco mais de dois anos de existência, recebeu R$ 14 bilhões de investimentos, opa... muito mais do que foi investido em todos os estádios da Copa (R$ 8 bilhões). Além disso, foram criadas novas escolas técnicas federais e novas universidades.

Poderíamos até parar por aqui, mas tem muito mais. Com a criação do Sistema de Seleção Unificada, que oferece vagas de ensino superior com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), muito mais gente conseguiu conquistar um diploma. Isso sem contar os programas como o ProUni e o Ciência sem Fronteiras.

Assim como à educação, os investimentos em saúde têm várias frentes. Por exemplo, são 10.121 novas unidades de saúde (link is external), outras 8.506 estão sendo ampliadas e mais 8.349 reformadas, com investimentos que chegam a R$ 3,5 bilhões. Outro programa é a Rede Cegonha (link is external), que já atendeu 2,6 milhões de gestantes, em mais de 5 mil municípios. Lançado em 2011, tem o objetivo de oferecer às gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS) um atendimento cada vez mais qualificado e humanizado. Para a aplicação, foram investidos inicialmente R$ 9,4 bilhões.

Tem ainda o Brasil Sorridente (link is external), que já beneficiou 80 milhões de pessoas em todo o país e é considerado o maior programa bucal do mundo, com mil Centros de Especialidades Odontológicas e 23.150 equipes de saúde bucal, que atendem inclusive nas Unidades Básicas de Saúde. Apenas em 2013 foram investidos R$ 1 bilhão no programa. É claro, tem ainda o Mais Médicos (link is external), que levou 13.235 profissionais a 4040 municípios e também os investimentos em pesquisas (link is external) –  R$ 248,7 milhões para encontrar soluções inovadoras a serem aplicadas ao SUS.

Quanto a mobilidade urbana (link is external), foram investidos R$ 143 bilhões em 3.859 km de vias para transporte coletivo urbano, seja sobre trilhos, pneus ou corredores fluviais. A prioridade está em empreendimentos de transporte público coletivo, de alta e média capacidade e que atendam áreas com população de baixa renda.
A esses R$ 143 bilhões somam-se R$ 8 bi que envolvem 42 projetos do escopo Copa do Mundo. Eles garantiram 17 novos corredores e vias expressas, 5 novas estações e terminais de trens e metrôs, 13 BRTs e 2 VLTs, obras essenciais, ainda que o mundial não fosse no Brasil e que beneficiarão 62 milhões de pessoas.
Os aeroportos das cidades-sede e também de regiões turísticas próximas passaram por reforma, na maioria dos casos para ampliar a capacidade de passageiros e de taxiamento de pistas. O benefício desses R$ 6,3 bilhões investidos não serão restritos à Copa, muito pelo contrário, turistas, homens e mulheres de negócios, ou seja, qualquer pessoa que utilizar um aeroporto neste e nos próximos anos encontrará um ambiente mais confortável e agradável.

Levantamento da Fundação de Estudos e Pesquisas Econômicas (Fipe) em conjunto com o Ministério do Turismo indica que o país poderá ganhar R$ 30 bilhões com a Copa – o valor corresponde a geração de renda que será adicionada à economia brasileira. Entre abril e junho serão criados 47,9 mil novas vagas de trabalho por conta do mundial.

A receita de negócios estimada para o setor hoteleiro, por exemplo, chega a R$ 2,1 bilhões, comércio – R$ 831,6 milhões e alimentação – R$ 900 milhões.

Mas o legado (link is external) vai além. Passa por mais segurança, uma vez que estão sendo investidos R$ 1,9 bilhão  em compra de equipamentos, capacitação dos profissionais, a criação de um Sistema Integrado de Comando e Controle para monitorar, em tempo real, imagens de centros fixos e móveis instalados nas cidades-sede e reforço de 157 mil profissionais das forças de segurança pública nas ruas. Agora, diz aí: viu como a Copa é boa para o Brasil e para os brasileiros?


Fonte: Site Muda Mais

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CÂMARA APROVA MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL

Câmara aprova programa Mais Médicos e mudanças nas regras de residência 

Fonte: Site da Câmara - 09/10/2013 - 22h48
Registros dos participantes serão feitos no Ministério da Saúde, e estrangeiros terão que revalidar o diploma depois de três anos; até o final de 2018, deverá haver uma vaga de residência para cada formado em Medicina.
O Plenário concluiu, nesta quarta-feira, a votação da Medida Provisória 621/13, que cria o programa Mais Médicos com o objetivo de aumentar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em cidades onde há carência desses profissionais. Participarão do programa médicos brasileiros e estrangeiros, que receberão bolsa por, no máximo, seis anos. A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do deputado Rogério Carvalho (PT-SE), será votada ainda pelo Senado.
Desde a edição da MP, em julho de 2013, cerca de 670 médicos brasileiros aceitaram fazer parte do programa, e o Executivo espera trazer quatro mil médicos cubanos ao País até o fim do ano por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Esses profissionais trabalharão nas regiões com menos proporção de médicos por habitante, com bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo para despesas de instalação (no valor de até três bolsas) e o pagamento das despesas de deslocamento até a cidade de trabalho.
Um dos pontos mais polêmicos nos debates sobre a MP foi a necessidade ou não de revalidação do diploma do médico estrangeiro.
O relatório aprovado previa que o estrangeiro não precisaria revalidar o diploma nos três anos do programa e no primeiro ano da eventual prorrogação (de três anos). Entretanto, emenda aglutinativa do deputado Carlos Sampaio (PSDSB-SP), aprovada pelo Plenário nesta quarta, restringiu a dispensa de revalidar o diploma aos três primeiros anos.
A emenda também determina que os médicos estrangeiros somente poderão participar da prorrogação de três anos do Mais Médicos se integrarem carreira médica específica.
Registro
Já a recusa dos conselhos regionais de Medicina (CRMs) de emitirem o registro provisório aos estrangeiros foi resolvida com o deslocamento dessa atribuição ao Ministério da Saúde.
Para colocar o programa em funcionamento, o ministério tem conseguido derrubar na Justiça exigências adicionais de documentos feitas pelos conselhos regionais.
O médico estrangeiro participante do programa não poderá exercer a Medicina fora das atividades do Mais Médicos, mas estará sujeito à fiscalização dos CRMs, embora não precise pagar anualidade.
Outra mudança feita pelo Plenário foi a permissão para que os médicos aposentados participem do programa. A iniciativa foi de emenda do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Acordo
Depois da obstrução de oito horas na terça-feira (8), o Democratas aceitou retirar todas as emendas aglutinativas apresentadas ao texto em troca da votação nominal da emenda do deputado Mandetta (DEM-MS), que estendia os direitos trabalhistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aos médicos brasileiros participantes do programa Mais Médicos. A emenda foi rejeitada por 224 votos a 134.
Desigualdade
Para justificar a edição da MP, o governo argumenta que o Brasil possui uma proporção de 1,8 médicos para cada mil habitantes, abaixo de outros países com perfil socioeconômico semelhante (Argentina, 3,2; Uruguai, 3,7; e Cuba, 6,7).
Entretanto, mesmo em estados nos quais o índice supera o nacional, a distribuição dos médicos revela carência dentro de regiões diferentes desses estados.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcos Rossi

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

PROGRAMA MAIS MÉDICOS: EXPANSÃO DO NÚMERO DE VAGAS EM MEDICINA

EXPANSÃO DO NÚMERO DE VAGAS DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA E DE 
ESPECIALIZAÇÃO/RESIDÊNCIA MÉDICA

a) 11.447 mil novas vagas de graduação estão previstas para até 2017.
Atualmente, 51% das vagas de medicina estão concentradas no Sudeste do país. Pela primeira vez, o Governo Federal vai direcionar a ampliação das vagas nos cursos de medicina de instituições privadas à cobertura dos vazios assistenciais e de formação existentes no país. Até então, essa orientação ocorria apenas com as instituições públicas.A expectativa, com essa medida, é melhorar a distribuição das vagas e oportunidades do ensino superior e, consequentemente, a atuação dos profissionais no Brasil.

b) 12.372 novas vagas de residência médica estão previstas para até 2017.
Esta ação visa à universalização do acesso de graduados em medicina à residência médica. Até 2015, serão 4.000. As novas vagas serão ofertadas principalmente em especialidades prioritárias para o Sistema Único de Saúde, como pediatria, medicina da família e comunidade, anestesiologia, cancerologia, cardiologia, cirurgia, clínica médica, neonatologia, medicina de urgência, neurologia, obstetrícia e ginecologia, ortopedia e traumatologia e radioterapia. Os hospitais que aderirem contarão com um investimento de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde para ampliar a estrutura dos programas de residência. Esses recursos poderão ser aplicados em reformas, adequação de espaço e aquisição de materiais, além de incentivo por vaga criada.

Leia mais na Fonte: Documento Pacto Nacional pela Saúde             


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS MELHORA A VIDA DAS PESSOAS

Fonte: Blog do Planalto - 11/09/13 - 17h11

Segundo Dilma, o governo federal fará “o possível e o impossível” para que a população tenha atendimento médico. No evento, a presidenta anunciou R$ 2,6 bilhões para obras de mobilidade urbana no Rio de Janeiro.

“O governo federal fará todo o possível e o impossível para garantir que haja médicos disponíveis. Traremos médicos formados fora do Brasil para atenção básica, postos de saúde, para garantir que a população tenha acesso aos atendimentos necessários pra atenção básica. Não sei se sabem, mas temos no Brasil uma carência tamanha, que em 701 municípios, não mora nenhum médico”, afirmou Dilma.

A presidenta afirmou que a chegada dos médicos formados em outros países vai resolver um problema emergencial, porque a saúde não pode esperar que os profissionais brasileiros se formem. Mas ela lembrou que o governo federal também vai atuar paralelamente para aumentar a formação médica no país, assegurando que os estudantes estudem nas regiões do interior e nas periferias das grandes cidades.

“Com isso, queremos resolver um problema emergencial, porque a saúde não pode esperar que os médicos brasileiros se formem. Paralelamente, vamos aumentar a formação de médicos no Brasil, assegurando que sejam formados em regiões do interior e nas periferias das grandes cidades. Porque está provado que, geralmente, ele fica onde se forma ou onde faz a residência. Vamos ampliar também o numero de médicos especialistas, e ampliar as oportunidades de residência”, completou.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL, MAIS SAÚDE PARA VOCÊ

                                                 Mais Médicos
 
É fato que existe um grande problema a ser enfrentado quando se fala de Saúde no Brasil, principalmente de Saúde Pública. 

Para a maioria da população que é atendida pelo Sistema Único de Saúde o maior problema é o tempo de espera, primeiro para marcar uma consulta, depois para conseguir realizar os exames, se forem solicitados. Isso acontece porque faltam médicos nas periferias das médias e grandes cidades e também em centenas de municípios do interior do Brasil - alguns chegam a não ter nenhum médico.

Diante dessa situação, o Governo Federal criou o Programa Mais Médicos com a finalidade de melhorar o atendimento aos usuários do SUS, investindo mais na infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. O Programa também prevê a ampliação do número de vagas de medicina e de residência médica, além do aprimoramento da formação médica no Brasil.

Para suprir o déficit de profissionais médicos no país, primeiro o Governo abriu inscrições para os médicos brasileiros, mas o número de profissionais que se apresentou não foi o suficiente para preencher as vagas oferecidas, então, foram abertas inscrições para os médicos estrangeiros para ocuparem as vagas restantes. 

Os médicos estrangeiros já estão chegando e recebendo todo o preparo necessário para assumirem seus postos de trabalho nas localidades mais distantes e carentes de nosso país. Com o trabalho desses profissionais (brasileiros e estrangeiros) alcançaremos novos patamares de qualidade no quesito saúde no Brasil e quem ganhará com isso serão aqueles que dependem prioritariamente do serviço público.


Mais Médicos para o Brasil e mais saúde para você!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Royalties do Petroleo: Mais recursos para a educação e para a saúde.

Tive a honra de ser designado relator desse importante tema em duas ocasiões: quando tratamos do PL 2.565/2010 proveniente do Senado, e depois da MP dos Royalties 592/12. Agora, eu atuei como Presidente da Comissão que analisou o Projeto na sua última formatação. 
Foto de Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados

Em todo esse período, trabalhei no sentido de ampliar os recursos para a Educação (100%) e para aprovar uma lei que unisse o Brasil, que mantivesse nossa tradição de povo unido e solidário, sem divisão entre Regiões ou Estados. 

Finalmente, ontem (14/08), a Câmara aprovou a proposta que destina 75% dos royalties da exploração fora da camada do pré-sal para Educação e 25% para a Saúde. No caso do Fundo Social, 50% dos recursos do pré-sal irão para a Educação até que as metas do PNE (Plano Nacional de Educação sejam cumpridas.


O Petróleo é nosso, é do povo brasileiro!


quinta-feira, 5 de julho de 2012

São Bernardo do Campo (SP): Vamos fazer o possível e o impossível para dar saúde de qualidade para a população, diz Dilma


A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (5), durante cerimônia de inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas em São Bernardo do Campo (SP), que fará o possível e o impossível para oferecer serviço médico de qualidade à população. Segundo a presidenta, as UPAs fazem parte deste esforço de melhorar o atendimento na área da saúde.

“Nós queremos um atendimento humano. Mais do que humano, um atendimento com qualidade e respeito. A UPA é justamente buscar garantir um acesso humano e de qualidade (…) Vamos fazer o possível e o impossível para dar saúde de qualidade para a população brasileira”.

Dilma afirmou que a saúde pública passa por um processo de melhoria desde o início do governo Lula e que pretende deixar como legado o avanço desse processo. A presidenta disse reconhecer que ainda existem falhas no atendimento e, por isso, ressaltou a importância da parceria do governo federal com os estados e municípios para melhorar a saúde pública. Nesta quinta-feira, também foram inauguradas UPAs em Porto Seguro, na Bahia, e no Recanto das Emas, no Distrito Federal.

“Nós temos de fato um processo de melhoria, a saúde pública está melhorando crescentemente no Brasil. Eu tive a honra de participar do governo do presidente Lula quando esse processo tem início. E aí ele tem início e hoje nós achamos normal ter SAMU, mas naquela época não tinha SAMU. Hoje tem SAMU, assim como as UPAs, que também faz parte daquele momento. E hoje, eu diria que o meu legado é fazer avançar esse processo”.

De acordo com a presidenta, o Brasil ainda tem um baixo número de médicos em relação ao tamanho da população. Para resolver esse problema, ela disse que o governo pretende aumentar o número de cursos de medicina de qualidade, além de assegurar a presença de médicos em regiões remotas do país.

Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/RlWdHT

domingo, 13 de novembro de 2011

Até funerárias faturam com a má qualidade do sistema de saúde

A situação do sistema de saúde pública está tão ruim que os planso privados estão proliferando. Em São Paulo mais de 60% das pessoas já tem um plano de saúde privado para escapar dos postos de saúde e dos hospitais municipais. Como diz a aposentada Neusa de Oliveira de 72 anos: “Prefiro pagar a funerária e um valor menor pela consulta a ter de enfrentar o SUS”.

Cremesp fecha cerco a médicos ligados a 'planos de saúde' de funerárias

11 de novembro de 2011

KARINA TOLEDO - O Estado de S.Paulo

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) notificou 575 médicos e 100 estabelecimentos de saúde que mantêm parcerias com empresas do ramo funerário para oferecer descontos em consultas e outros procedimentos. A prática é proibida pelo Código de Ética Médica e condenada por órgãos de defesa do consumidor.

De acordo com levantamento do Cremesp, há pelo menos 18 funerárias, com atuação em 95 cidades do Estado, que comercializam cartões de descontos e atuam na intermediação de consultas médicas e odontológicas. Algumas até colocam sua "rede credenciada" na internet, com indicação de médicos por especialidade. Outras abriram clínicas próprias para oferecer o atendimento a seus associados.

Renato Azevedo, presidente do Cremesp, explica que uma resolução da entidade de 2006 transformou em infração ética a vinculação de médicos a cartões de desconto. A proibição foi reforçada pelo novo Código de Ética, que entrou em vigor no ano passado. "O grande problema é que esse tipo de serviço não garante a integralidade da assistência. Não adianta dar desconto em consulta e não garantir internação e cirurgia. Além disso, a consulta acaba se tornando um brinde de uma transação comercial, o que caracteriza a mercantilização da medicina", afirma.

No mês passado, o Cremesp solicitou aos profissionais que encerrem os convênios com as funerárias e enviem ao Conselho, em 90 dias, o comprovante de desligamento. Quem não atender ao pedido pode sofrer processo ético e até perder a licença profissional.

Propaganda enganosa. Para Juliana Ferreira, a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a prática é ilegal e pode ser classificada como "propaganda enganosa". "O consumidor é induzido a pensar que está adquirindo um plano de saúde e acha que vai ter um atendimento integral, que é o que a lei dos planos de saúde lhe garante. Mas não vai." Segundo ela, caberia à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) coibir esse tipo de atividade. "Entendo que se a empresa comercializa serviço de assistência à saúde ela é uma operadora e deveria ser regulada pela ANS."

Procurada, a ANS afirmou em nota que as operadoras registradas estão proibidas de oferecer cartões de desconto, mas "outras empresas não são impedidas de fazê-lo". Em 2003 a agência divulgou um comunicado desaconselhando a prática.

Paulo Oliver, da Comissão de Estudos sobre Planos de Saúde e Assistência Médica da Ordem do Advogados do Brasil (OAB-SP), diz que a prática de intermediar descontos em assistência médica pode ser considerado um "possível estelionato moral", pois as funerárias não assumem responsabilidade com a saúde dos compradores dos planos.

"Algo que foge à ética e em tom de piada leva-nos a crer que os médicos e outros praticam o crime de concorrência desleal, colocando em dúvida se esses seriam bons profissionais, pois deveriam buscar a vida e a saúde e não trabalharem como parceiros da morte."

Diretrizes. Já Lourival Panhozzi, presidente da Associação Brasileira de Empresas e Diretores Funerários, afirma que antiético seria "impedir que as pessoas carentes tenham acesso à saúde". As funerárias, diz ele, descobriram que uma forma de cativar seus clientes é ter essa atuação social. "Assim demonstram que não estão apenas interessadas no óbito do cliente. Ilegalidade não existe. Elas não comercializam planos de saúde e deixam isso claro aos associados no contrato." Panhozzi diz ainda que o setor está disposto a discutir com o Cremesp a criação de diretrizes para o atendimento.

A prática das funerárias foi denunciada no relatório final da CPI dos Planos de Saúde da Câmara dos Deputados, em 2003. Já na Assembleia Legislativa de São Paulo chegou a tramitar um projeto de lei que proibia a comercialização de sistemas de vinculação do consumidor a prestadores de serviços funerários. O projeto foi arquivado.

Aposentada usa esse tipo de convênio desde 1992

Por R$ 50 no trimestre, ela tem desconto em consultas; para usuário, é melhor pagar funerária do que ir para o SUS

José Maria Tomazela, Tatiana Fávaro e Karina Toledo

A aposentada Neusa Máximo de Oliveira, de 72 anos, usa o cartão da funerária Ossel para pagar consultas médicas desde 1992. Ela conta que, quando perdeu o marido, a família arcou com o alto custo de sepultamento. “Minha filha decidiu fazer um plano funerário e o desconto nas consultas médicas veio junto.”

Neusa paga R$ 50 a cada três meses e usa o cartão para ir ao médico. “Acabo de usar na oftalmologista, uma médica muito boa. Paguei R$ 75 por uma consulta que custaria R$ 150.”

Quem também aderiu ao plano funerário foi o representante comercial João de Andrade, de 47 anos. Ele paga à funerária Bracalente, em Campinas, R$ 29 por mês por um plano familiar que dá cobertura a ele próprio, à mulher, às duas filhas, aos seus pais e sogros. “Minha família tem plano, mas meus pais e meus sogros não. Então, compensa pagar o plano funerário”, disse.

Andrade conta que, quando eles precisam de médico, marcam consulta particular com um profissional indicado pelo plano e o preço cai de R$ 200 a R$ 250 para algo entre R$ 45 e R$ 55. “Prefiro pagar a funerária e um valor menor pela consulta a ter de enfrentar o SUS”, diz.

“Se esse plano for fechado, ficarei em uma situação delicada. Plano para idoso é uma fortuna e consulta particular, muito cara.”

Como congestionamentos podem afetar a saúde mental - Por Robert Lee Hotz

Como congestionamentos podem afetar a saúde mental

Por Robert Lee Hotz
The Wall Street Journal

Cidades congestionadas estão se tornando tubos de ensaio para cientistas estudarem o impacto da poluição do trânsito sobre o cérebro humano.



Quando as rodovias se estrangulam com o trânsito, pesquisadores suspeitam que o escapamento dos carros e caminhões - especialmente as pequenas partículas de carbono já relacionadas a doenças do coração e respiratórias, e ao câncer - podem também danificar as células cerebrais e as sinapses que são elementos-chave para o conhecimento e a memória.

Novos estudos de saúde pública e experiências de laboratório sugerem que, em cada estágio da vida, a fumaça do trânsito tem um efeito mensurável na capacidade mental, inteligência e estabilidade emocional. "Mais e mais cientistas estão tentando descobrir se e por que a exposição à poluição do escapamento do carro pode danificar o cérebro humano", diz o médico epidemiologista Jiu-Chiuan Chen, da Universidade do Sul da Califórnia, que está analizando os efeitos da poluição do trânsito sobre a saúde cerebral de 7.500 mulheres em 22 Estados americanos. "As informações sobre efeitos nos humanos são muito recentes."

Até aqui, a evidência é basicamente circunstancial mas preocupante, dizem os pesquisadores. E ninguém tem certeza ainda das consequências para biologia do cérebro ou comportamento. "Existe motivo real para preocupação", diz a neuroquímica Annette Kirshner, do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental da RTP, uma organização de pesquisa científica na Carolina do Norte. "Mas nós devemos proceder com cautela".

Carros e caminhões produzem hoje um décimo da poluição de um veículo de 1970. Ainda assim, mais pessoas estão nas ruas e elas estão frequentemente paradas no trânsito. Nos dez piores corredores de trânsito dos Estados Unidos, motoristas dirigindo passam, em média, 140 horas por ano, quase o mesmo que passam no trabalho em um mês, segundo uma nova pesquisa.

Ninguém sabe se as pessoas que fazem a viagem diária do trabalho para casa respirando a fumaça pesada do trânsito sofrem algum efeito permanente sobre o funcionamento cerebral. Pesquisadores tem estudado apenas o potencial impacto com base no local onde a pessoa mora e onde os níveis de poluição do ar são mais altos. Mesmo se existisse algum efeito cognitivo crônico nos motoristas, ele poderia ser muito pequeno para uma medida confiável ou poderia ser subestimado por outros fatores de saúde como estresse, dieta ou prática de exercício físico que afetam o cérebro, dizem especialistas.

Estudos recentes mostram que respirar o nível de fumaça de uma rua por apenas 30 minutos pode intensificar a atividade elétrica em regiões do cérebro responsáveis pelo comportamento, personalidade e tomada de decisão, mudanças que são sugestivas de estresse, cientistas na Holanda descobriram recentemente. Respirar o ar normal da cidade com alto nível de poluição de trânsito por 90 dias pode mudar a maneira como os genes se ativam e desativam entre os mais velhos; também pode deixar uma marca molecular no genoma de um recém-nascido para o resto da vida, reportaram pesquisas feitas por pesquisadores das universidades Columbia e Harvard.

Crianças em áreas afetadas por altos níveis de emissões de poluentes tiveram, em média, desempenhos muito baixos em teste de inteligência e eram mais predispostas a depressão, ansiedade e problemas de atenção que crianças que cresceram em áreas de ar mais limpo, atestaram pesquisadores de diferentes grupos em Nova York, Boston, Pequim e Cracóvia, na Polônia. E homens e mulheres mais velhos com longa exposição a níveis mais elevados de partículas relacionadas ao trânsito e ozônio tiveram problemas de memória e racionínio que efetivamente acrescentaram mais cinco anos a sua idade mental, constaram este ano outros pesquisadores universitários em Boston. As emissões de poluentes podem elevar o risco de mal de Alzheimer e acelerar os efeitos da doença de Parkinson.

"As evidências de que a poluição do ar pode afetar o cérebro estão crescendo", diz a médica epidemiologista Heather Volk, da Faculdade de Medicina Keck, da Universidade do Sul da Califórnia. "Nós estamos começando a perceber que os efeitos podem ser mais extensos do que achávamos".

Revisando registros de nascimento, Volk e seus colegas calcularam que crianças nascidas de mães que moram num raio de 300 metros de uma grande rodovia em Los Angeles, San Francisco ou Sacramento - grandes cidades da Califórnia - eram duas vezes mais propensas a ter autismo, independentemente de gênero, etnicidade, nível educacional, idade da mãe, exposição a cigarro e outros fatores. As descobertas foram publicadas neste ano na publicação científica "Environmental Health Perspectives".

"Baseado em nossa informação, o ar poluído pode ser um fator de risco para autismo", diz Volk. Mas, existem tantas possibilidades genéticas e influências ambientais que "é muito cedo para alarme", diz ela.

A fumaça dos carros pode ir muito mais longe do que se pensava. A poluição de uma grande rodovia de Los Angeles alcançou quase 2,5 quilômetros a favor do vento - 10 vezes mais do que se imaginava antes.

Cientistas acreditam que medidas simples para acelerar o trânsito são um fator para redução de problemas de saúde pública. Em New Jersey, partos prematuros, um fator de risco para problemas cognitivos, em áreas em torno de rodovias caíram 10,8% depois da introdução de um sistema tipo expresso, que facilitou o tráfego e reduziu a poluição de automóveis, de acordo com estudos publicados em revistas científicas este ano e em 2009.

Depois que as autoridades de tráfego de Nova York redicionaram recentemente o fluxo no Times Square, centro da cidade, para reduzir o congestionamento, os níveis de poluição do ar nas áreas próximas caíram 63%.

Cientistas estão apenas começando a entender a biologia básica do efeito neurológico das toxinas do escapamento do carro, especialmente da exposição no prenatal e ao longo da vida. "É difícil desembaraçar todas as coisas do escapamento do automóvel e separar os efeitos do trânsito de todas as outras possibilidades", diz Currie, que estuda a relação entre o trânsito e a saúde infantil.

Pesquisadores em Los Angeles, a cidade mais congestionada dos EUA, estão estudando ratos que cresceram no laboratório respirando ar de uma rodovia próxima. Eles descobriram que as partículas inaladas pelos ratos - cada partícula menor que um milésimo da largura de um cabelo humano - de alguma forma afetam o cérebro, causando inflamação e alterando a química entre os neurônios envolvidos na capacidade de aprendizado e na memória.