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sábado, 7 de janeiro de 2012

Genéricos Terão Aumento de 15% em São Paulo!

Graças a alteração do sistema de cobrança do ICMS que o Governo de São Paulo fez, os remédios genéricos terão um aumento de 15%, e quem vai sofrer mais com isso vai ser a população de baixa renda!

Leiam a matéria do Portal Terra:

Genéricos devem ter alta de até 15% em São Paulo, diz associação

O preço dos remédios genéricos poderão ter elevação de até 15% no estado de São Paulo. A estimativa é da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos. De acordo com a entidade, o aumento se deve a alteração no sistema de cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado, que entrou em vigor no começo do ano.Até o final de 2011, o ICMS sobre os medicamentos em São Paulo era calculado com base no valor que o varejista final, as redes de farmácias, pagavam aos distribuidores. 

Agora, a conta é feita a partir do valor máximo, permitido pelo governo, do medicamento. Não houve mudança na alíquota, que continua em 18%.Segundo a associação, os produtos mais afetados serão os mais baratos, consumidos pela população de baixa renda. "Vai haver uma cobrança menor de imposto sobre os produtos mais caros, e vai aumentar a arrecadação sobre o genérico. É uma ação Robin Wood ao contrário", destaca o presidente da associação, Odnir Finotti. 

Em outubro, uma pesquisa da Fundação Procon de São Paulo constatou que os genéricos estavam, em média, 58,47% mais baratos do que os medicamentos de marca. "O genérico continuará sendo vantajoso. A questão é saber se as pessoas que estão comprando os medicamentos vão poder comprar o tanto quanto compravam antes", disse Finotti. 

Em nota, a Secretaria da Fazenda de São Paulo informou que, com a nova norma, ocorrerá uma tributação mais adequada sobre o efetivo preço praticado nas farmácias. "Será possível também impedir a utilização de eventual prática evasiva de subfaturar o preço da indústria, para conseguir menor tributação". 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que a nova forma de cálculo da base do imposto só se justificaria se fosse seguida da redução da alíquota do imposto. "A utilização de uma base de cálculo mais elevada irá aumentar significativamente a arrecadação e só se justificaria se viesse acompanhada de redução da alíquota nominal para 12%, dispensando a utilização das respectivas tabelas, como já foi feito pelo estado do Paraná", disse em nota. A Anvisa alertou também que o novo cálculo pode impactar no preço dos remédios do Programa Farmácia Popular do governo federal. 

Fonte: Portal Terra

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Transporte Pressiona e Custo de Vida em São Paulo Sobe 6,09% no Ano

O custo de vida na cidade de São Paulo subiu 6,09% em 2011, pressionado principalmente pelo grupo transporte, segundo o ICV (Índice do Custo de Vida) calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) e divulgado nesta sexta-feira (6). Em 2010, o indicador fechou o ano com variação de 6,91%. 

No ano, transporte (7,83%) e alimentação (7,56%) foram os grupos que mais pressionaram os preços na cidade. 

A alta no transporte ocorreu nos dois subgrupos em que os gastos estão divididos: coletivo (9,9%) e individual (6,91%). Entre as despesas com bens e serviços, os principais destaques foram aumentos extraordinários apurados para: estacionamento (23,31%), táxi (18,09%), lavagem de veículo (16,90%) e álcool (15,39%). 

Já na alimentação, a elevação de 7,56% ocorreu em decorrência das taxas apuradas nos subgrupos: alimentação fora do domicílio (10,63%) e dos bens da indústria alimentícia (8,01%). 

Outros grupos também tiveram variações significativas, como saúde (6,86%), educação e leitura (5,96%) e despesas pessoais (5,75%). 

Foram verificados aumentos menores e deflação nos seguintes grupos: habitação (4,40%), vestuário (3,16%), despesas diversas (2,29%), recreação (1,10%) e equipamentos domésticos (-2,36%). 

Em dezembro, no entanto, o ICV --que reflete a inflação no município de São Paulo--, desacelerou para 0,5%, ante alta de 0,52% em novembro. 

Em dezembro, os grupos que mais puxaram as altas de preços em dezembro foram alimentação (1,42%, com destaque para produtos in natura e semielaborados e alimentação fora de casa) e habitação (0,14%). 

 *Fonte: Folha.com 

Conheçam o Movimento São Paulo Mais Barata!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sobe o custo de vida da classe média paulistana

O Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM) aponta alta de 0,35% em outubro ante setembro, segundo o indicador aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

Neste ano, o ICVM acumula alta de 4,67% e de 5,79% nos últimos 12 meses. Em 2010, as taxas para os respectivos períodos foram de 0,86%, 4,47% e 5,11%. O indicador é elaborado em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) e abrange o intervalo de renda entre cinco e 15 salários mínimos paulista (R$ 600,00).

O principal responsável pela elevação do indicador em outubro foi o grupo Habitação com alta de 0,66% e acúmulo de 4,07% neste ano e 4,42% no intervalo dos últimos 12 meses. Dentre os itens analisados pelo subgrupo, as maiores influências para a variação positiva registrada foram os gastos com água/esgoto (4,54%), condomínio (1,20%), energia elétrica (0,82%), aluguel (0,63%) e condomínio (0,53%).

O grupo Despesas Pessoais assinala a segunda maior expansão dos itens analisados pelo ICVM com variação de 0,61% em outubro. Neste ano, a categoria acumula expansão de 5,07% e 5,93% nos últimos 12 meses. Entre os itens aferidos pelo grupo, as passagens rodoviárias e aéreas tiveram expressiva alta 5,27%, decorrente da recomposição de margem de lucro após política agressiva de descontos para otimizar a ocupação das poltronas das aeronaves, estabelecida há vários meses.

Os pratos oferecidos pelos restaurantes, lanchonetes e padarias ficaram mais caros em outubro e alavancaram em 0,47% a categoria Alimentação do ICVM, que registra acumulado de 3,60% em 2011 e 7,10% nos últimos 12 meses. As maiores elevações registradas na categoria foram produtos como o iogurte (3,89%), macarrão (3,12%) e carne bovina (2,66%). Já as retrações mais expressivas foram assinaladas pelo chuchu (-25,98%), pimentão (-16,81%) e alho (-6,71%).

A relação entre o preço do etanol e da gasolina se manteve em torno de 70%, mostrando equivalência econômica entre os dois combustíveis. Esse foi um dos principais fatores que influenciaram a ligeira variação negativa de 0,09% no setor de Transportes em outubro. Neste ano, a categoria acumula alta de 5,24% e 6,03% nos últimos 12 meses. As variações em outubro, o acumulado deste ano e no período de 12 meses para os demais grupos analisados pelo ICVM foram, respectivamente, 0,35%, 6,74% e 7,29% para Saúde; 0,02%, 6,76% e 6,86% para Educação; e, por fim, -0,56%, 3,53% e 5,13% para Vestuário.