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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Russomanno desiste de tarifa proporcional, às vésperas da eleição


A insistência do petista Fernando Haddad surtiu efeito ao questionar a “passagem mais cara para quem mora mais longe” do líder nas pesquisas Celso Russomanno (PRB). O candidato perdeu sete pontos em uma semana, segundo o Ibope, perdeu a compostura na tevê chamando Haddad de mentiroso e batendo a mão na mesa, e finalmente disse que vai manter o Bilhete Único, desconversando, mais uma vez, sobre a proposta de tarifa proporcional que ninguém entendeu.

Mais uma vez, fica a dúvida no ar: uma proposta de governo tão importante, que reformularia todo o sistema de transporte coletivo da cidade, ainda existe? Se o bilhete único continua, a tarifa proporcional foi abandonada ou será opcional? Se a “passagem mais barata para quem mora mais perto” continua, surge outro leque de perguntas que também não foram respondidas. Muita dúvida para uma eleição tão importante.

Candidato dos pobres

O primeiro turno da campanha de Celso Russomanno (PRB) à Prefeitura de São Paulo foi marcado por algum tipo de grave equívoco na formulação do seu programa de governo, particularmente no que refere à transporte público e mobilidade urbana. Ainda em 10 de setembro, o SPressoSP percebeu a proposta confusa da tarifa proporcional de ônibus em seu “plano de governo”, contatou a campanha e descobriu que ninguém saberia explica-lá. O próprio candidato respondeu por email com evasivas, sem falar da proposta específica.

Depois que Haddad questionou a injustiça de cobrar mais caro dos moradores da periferia e subsidiar o custo para os moradores do centro, todos começaram a comentar e muitas questões técnicas surgiram, sem resposta alguma, mostrando a fragilidade do “plano de governo” postado no site. Como será cobrada a passagem, se o usuário só pode dizer quanto vai percorrer ao final da viagem?

Haddad acertou em cheio ao mostrar que tem as propostas certas para a população mais pobre, identificada com a candidatura de Russomanno. Acertou também em questionar, justamente, uma proposta que toca no tema mais sensível da eleição paulistana: transporte coletivo e mobilidade urbana. Sua proposta de Bilhete Único Mensal foi a mais atacada pelo tucano José Serra, justamente pelo impacto que teve no eleitorado.

Programa laranja

Estrategicamente, o candidato do PRB tentou evitar cair na armadilha de explicar uma proposta confusa como essa, cheia de implicações e consequências. Percebendo nas ruas que a dúvida aumentava no eleitorado, não resistiu e resolveu dizer que a tarifa máxima seria de R$ 3, o preço atual de três horas de viagem pelo Bilhete Único. Ou seja, confirmou aquilo que Haddad estava acusando, abrindo a Caixa de Pandora da proposta que parece ter sido escrita por um adolescente mimado.

Foi então que todos quiseram saber quem era o adolescente mimado que escreveu o tal “plano de governo” tão sucinto. A coisa começou a ficar ainda mais feia, pois o jornal O Estado de S. Paulo descobriu na última semana que o responsável pelo texto não passava de um laranja, um servidor da Prefeitura que sequer usava o nome verdadeiro. Só então, a coordenação de campanha resolveu correr atrás do prejuízo e tentar fazer, às pressas, um programa de governo de verdade, com a ajuda de especialistas reais.

Desta forma, uma das cidades mais importantes e ricas do mundo pode eleger um candidato sem programa de governo, fugitivo dos confrontos de ideias entre os candidatos representado pelos debates na tevê, e sem respostas para as perguntas que eventualmente surgiram durante a campanha. Como disse a campanha petista, não é por mal, é só falta de experiência.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/OFstJl

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PT cresce e confirma vocação de partido de chegada

Mais uma pesquisa IBOPE divulgada na noite desta 3ª feira (2.10) - Datafolha, dentre outras, deve sair hoje ou amanhã - mostra que caminhamos bem para o 1º turno da eleição municipal domingo próximo. Muito melhor do que previam e torciam os articulistas catastrofistas de plantão que ficaram semanas cravando análises de que o PT seria derrotado este ano.

O IBOPE prova, e outras pesquisas devem confirmar, que os candidatos do PT e/ou aliados crescem em todo o Brasil. O PT confirma ser partido de chegada. Nós crescemos e nossos adversários caem em Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e mesmo em Sampa.

Em São Paulo, como prevíamos, o candidato que liderou as pesquisas em boa parte da campanha eleitoral, Celso Russomanno (PRB), continua caindo. Nada menos que sete pontos nos últimos dias, confirma o IBOPE.

Russomanno cai sete pontos em Sampa

Agora é lutar para ir ao 2º turno e vencer daqui a três semanas (28.10). Segundo turno assegurado inclusive em BH, onde a virada começou com a presença do ex-presidente Lula na campanha, reforçada pela ida hoje à noite da presidenta Dilma Rousseff ao comício na periferia operária da capital mineira. 

Está ai o marco da virada, do início da subida do nosso candidato Patrus Ananias (PT-PMDB), na caminhada para disputar a vitória nas ruas. Em BH ela é possível, como já provamos em outras eleições. 

De modo geral continuamos com chances reais em Salvador, Fortaleza, BH e em Sampa. Em Rio Branco, Cuiabá, João Pessoa e Goiânia estamos em 1º lugar, de acordo com as pesquisas e podemos ganhar já neste domingo. 

Bem na maioria das cidades com mais de 150 mil eleitores

Vamos para o 2º turno com aliados em Manaus e Florianópolis. Venceremos no Rio com o prefeito já praticamente reeleito Eduardo Paes (PMDB), um resultado que, se confirmado, e somado as vitórias nas cidades de mais de 150 mil eleitores, será um bom resultado considerando o momento político. Em metade destas, aliás, estamos em 1º ou 2º lugar nas pesquisas.

Já a oposição sofrerá sua pior derrota dos últimos 25 anos. Mantido o quadro atual o PSDB, ainda o principal partido do outro lado, tende a simplesmente desaparecer nas capitais do Sul, Sudeste (exceção de Vitória), Norte e Centro-Oeste do país. O DEM, então, nem se fala. 

Um ponto que chama a atenção é que a Justiça Eleitoral está proibindo em todo o país o uso indevido e ilegal do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da ação penal 470, chamada pela mídia de mensalão.

É uma utilização que começou com José Serra (PSDB-DEM-PSD-PV), candidato tucano a prefeito de São Paulo, que fez do tema indevido sua mais recente obsessão. Depois seu uso foi proibido também em BH e agora na Bahia.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/UdCrnf

Russomanno esquece 'boas maneiras' e ataca Haddad


São Paulo – O candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, tem dito ao longo de sua campanha que não iria atacar ninguém e sua proposta é debater ideias para São Paulo. No entanto, em “caminhada” no bairro do Itaim Paulista, zona leste, na tarde de hoje (2), ele não poupou críticas ao PT e seu candidato, Fernando Haddad.
Perguntado sobre o que tinha a dizer sobre a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em comício realizado ontem em Guaianases (o ex-presidente afirmou que “dar dentadura é uma coisa e governar é outra”), ele disse: “Eu tenho 16 anos de mandato como deputado federal, e o candidato dele [Lula]? Quantas vezes se elegeu na vida? Nenhuma. Que experiência ele tem de eleição?”, questionou.
Mais uma vez, Russomanno foi indagado sobre a tarifa de ônibus e sua proposta de “quem andar menos pagar menos” e voltou a atacar Haddad: “A pergunta é uma tentativa de ganhar a eleição na rasteira, no jogo baixo, sujo”. Questionado sobre opinião de especialistas segundo os quais a proposta de fazer um sistema biométrico nos ônibus da capital não vai dar certo, ele respondeu que “são especialistas encomendados”. E acrescentou que, com o sistema tecnológico, “todo mundo vai saber de onde [o passageiro] vem e para onde vai, e a SPTrans vai estabelecer o número de ônibus necessários” para atender à demanda.
Sobre o suposto suporte dado a sua campanha por ex-vereadores ligados à máfia dos fiscais, o perrebista negou com poucas palavras. “Não fechei com nenhum deles. Só com a associação (de ex-vereadores de São Paulo)”. O deputado estadual Campos Machado (PTB) afirmou na segunda-feira (1°) que fechou o apoio da entidade.
Perguntado sobre sua opinião a respeito de como será sua relação com a imprensa caso seja eleito e o que acha de o candidato José Serra ter xingado um repórter da RBA na semana passada, declarou que seu relacionamento com a imprensa “é dos melhores, vai ser o melhor”. Prometeu que se for prefeito jornalista não vai ficar mais sentado no chão em coletiva na prefeitura, e sobre o episódio de Serra xingar um repórter disse apenas: “É triste para a democracia”.
Fonte: Rede Brasil Atual - http://virou.gr/SCUY4V

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Fernando Haddad convida Russomanno para debate


O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, convidou na tarde desta terça-feira (2) para um debate na próxima quinta-feira o candidato Celso Russomanno, ressaltando a importância da discussão de propostas para que o eleitor possa optar entre os candidatos. “O paulistano não pode ser privado de ter debates, é fundamental que as ideias sejam apresentadas”, afirmou. As TVs Globo e Record cancelaram os debates que realizariam nesta semana devido a desistência de candidatos ou decisões judiciais.

Segundo Haddad, a intenção é discutir o transporte público em São Paulo, um dos principais problemas enfrentados por quem vive na cidade. “Quero mostrar que a ideia do bilhete único proporcional é equivocada. Fazer essa discussão, sem ofensas. Faz parte da democracia a discussão de ideias”, afirmou.

O ex-ministro da Educação ressaltou que a proposta de Russomanno prevê valores diferentes para quem mora em regiões diferentes da cidade. “Não é justo quem mora na Bela Vista pagar R$ 1 pelo transporte, e quem mora em Cidade Tiradentes pagar R$ 3. Isso penalizaria os mais pobres”, afirmou.

Fernando Haddad participou da equipe que implementou o Bilhete Único em São Paulo, na gestão Marta Suplicy. Com mestrado em Economia, Haddad ressaltou ter conhecimento técnico sobre o tema.

Além disso, falou sobre a importância da apresentação de plano de governo pelos candidatos, lembrando que o candidato do PRB e o candidato José Serra, que prega o continuísmo de uma gestão aprovada por apenas 20% da população, ainda não divulgaram suas propostas, faltando cinco dias para a eleição.

Haddad participa na tarde desta terça-feira de caminhada e comício no Largo 13, na Zona Sul da capital. Às 19h30, o ex-ministro da Educação recebe o apoio de artistas e intelectuais de relevo na cena acadêmica brasileira, como o crítico literário Antonio Cândido.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/SAVdhy

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Russomanno cai e reduz exposição.


Pela primeira vez nesta eleição para a Prefeitura de São Paulo, o candidato do PRB, Celso Russomanno, teve queda real, fora da margem de erro, em sua intenção de voto. Mesmo assim, continua na liderança da disputa municipal, com 30% da preferência, segundo pesquisa Datafolha divulgada ontem. Russomanno caiu cinco pontos percentuais em sete dias, período em que virou alvo preferencial dos adversários na propaganda eleitoral e nos discursos.
O candidato do PRB já tinha oscilado negativamente em pesquisa anterior, de 35% para 32%, mas estava dentro da margem de erro, que era de três pontos percentuais - na sondagem seguinte, ele retornou aos 35%. Desta vez, porém, o recuo foi além da margem de erro de dois pontos percentuais.
O Datafolha também reforçou a briga para disputar o segundo turno. José Serra (PSDB) registrou 22% de intenção de voto, empatado tecnicamente com Fernando Haddad (PT), que tem 18%. Em relação à pesquisa anterior, feita nos dias 18 e 19 de setembro, o petista cresceu três pontos - tinha 15% - e o tucano oscilou um para cima - tinha 21%.
A pesquisa do instituto diverge dos números apurados pelo Ibope de quarta-feira, que mostrou o petista na frente, embora dentro da margem de erro, com 18% a 17%.
Ainda de acordo com o Datafolha, Gabriel Chalita (PMDB) está com 9% e Soninha Francine (PPS), com 4%. Os votos em branco e nulo somam 8%, e 6% dos entrevistados disseram estar indecisos ou não responderam. O instituto também simulou o segundo turno. Russomanno aparece com folga na frente dos principais concorrentes. Contra o petista, vence por 49% a 34%. Na disputa com o tucano, o candidato do PRB aparece com 50%, contra 34% de Serra. No quesito rejeição, Serra oscilou mais um ponto percentual para cima e está com 45%. Dos entrevistados, 24% disseram que não votariam em Haddad e 22% em Russomanno.
Os números do Datafolha acenderam o sinal de alerta no comando da campanha do PRB, que pretende blindar Russomanno até o fim do primeiro turno. Sua equipe tenta evitar derrapadas para não perder a preferência dos eleitores. Até semana passada, a agenda de Russomanno tinha até seis atividades de campanha por dia e agora esse número deve ser reduzido a dois eventos, alguns não divulgados à imprensa.
Na quinta-feira, por exemplo, o candidato do PRB participou da feira Expocristã e, segundo sua assessoria, não comunicou à imprensa para "evitar constrangimentos". Ele está no meio de uma polêmica religiosa, já que os principais dirigentes de seu partido são ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, o que tem incomodado a Igreja Católica. Nos últimos dias, Russomanno ainda sofreu constrangimentos ao ser questionado por eleitores sobre seu vínculo com a igreja neopentecostal, por suas votações quando era deputado federal, como a posição em relação à Lei da Ficha Limpa, além do fato do seu plano de governo ser coordenado por um "laranja", que se identifica com nome falso e tem funções secundárias em sua campanha.
Russomanno disse que não queria responder perguntas de jornalistas sobre a questão e depois limitou-se a afirmar que o nome "fantasia" do funcionário foi adotado para preservá-lo de uma eventual perseguição do prefeito Gilberto Kassab (PSD). O comando da campanha do PRB avaliou que foi um erro ter mudado o nome do coordenador, apesar de Russomanno ter dito que essa foi uma estratégia adotada para proteger de perseguição pessoas que trabalham tanto em sua campanha como no governo municipal.
Ao mesmo tempo, Russomanno iniciou uma ofensiva ao PT. Nas inserções veiculadas na televisão, a campanha tem rebatido ataques de Haddad. Em princípio, as críticas estão concentradas no PT, poupando o PSDB.
Serra, por sua vez, intensificou as críticas ao PT ao caminhar pelo comércio da rua José Paulino, no Bom Retiro, zona norte da capital. O tucano acusou o governo federal de adotar uma política "frouxa" no combate às drogas. Como exemplo, citou a falta de fiscalização na fronteira com a Bolívia e a omissão do Ministério da Saúde nos programas de auxílio aos dependentes. Apesar de nacionalizar o discurso, a crítica tem como alvo Haddad e a "linha petista de governar".
Ao longo da caminhada, Serra foi surpreendido ao receber um beijo na boca de uma eleitora. "É a primeira vez, faço campanha há muito tempo, nunca aconteceu isso de me pegar distraído", disse.
Já Haddad visitou a unidade central do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na capital e retomou as críticas ao adversário do PRB pela falta de programa de governo. "Até hoje, passados 30 dias do início do horário eleitoral, ele não se comprometeu com hospitais, pronto-socorro, postos de saúde, corredores de ônibus e escolas". O petista prometeu adotar helicópteros para atendimentos graves na rede pública de saúde. "O aeromédico salvaria muitas vidas a um baixo custo". Segundo Haddad, cada helicóptero custaria R$ 200 mil por mês, com R$ 50 mil pagos pelo governo federal.
À noite, o ex-ministro participou de ato com seu padrinho político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no auditório da universidade UniNove. No evento, Lula afirmou que Serra pratica "jogo rasteiro" ao tentar vincular Haddad ao julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente orientou bolsistas do ProUni e militantes da juventude do PT, presentes ao ato, a se defenderem das críticas.
"Mais uma vez, aquele mesmo senhor que ofendeu a [presidente] Dilma [Rousseff], agora tenta vincular o Fernando Haddad a um julgamento de processo na Suprema Corte. Essas pessoas vocês têm que ter orgulho, não tem que ficar com vergonha, porque no nosso governo as pessoas são julgadas e apuradas, não é como no deles [PSDB]", afirmou. Foi a primeira vez, desde o início do julgamento do mensalão em agosto, que Lula se manifestou sobre o processo, que tem condenado políticos importantes de seu primeiro governo.

Fonte: Valor Econômico - 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A novidade do Datafolha de hoje é a queda de Russomanno


Muito boa para nós petistas que temos um candidato a prefeito de São Paulo com as qualidades e o potencial do Fernando Haddad (PT-PCdoB-PSB-PP), a pesquisa Datafolha divulgada hoje. Ela não traz alterações bruscas na posição das candidaturas, é mais uma confirmação de tendências que já vínhamos acompanhando e registrando aqui.

Mas ela traz, sim, uma novidade: o candidato do PRB, ex-deputado Celso Russomanno está caindo pela primeira vez desde que a disputa intensificou-se com a ida da campanha para as ruas a partir do 6 de julho e o início da propaganda no rádio e TV no dia 21 de agosto.

Já o candidato tucano, José Serra (PSDB-DEM-PSD-PV) continua caindo e sua rejeição aumentando. E muito. E o Haddad, tendência que se verifica desde o início da campanha, continua crescendo, rumo aos 30% que o PT tem tradicionalmente em eleições na capital e que lhe assegurará a passagem no dia 7 de outubro para o 2º turno no dia 28.

José Serra mais uma caiu, agora um ponto na intenção de voto, descendo dos 21% que tinha anteriormente para 20% agora. Mas sua rejeição subiu tres pontos, foi de 43% do Datafolha anterior para 46% no de agora. Russomanno caiu três pontos percentuais, de 35% para 32% nesta. E o Haddad foi de 16% para 17%.


Fonte: Linha Direta - http://virou.gr/RM7Oxl