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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

São Paulo é a Capital Com a Cesta Básica Mais Cara do Brasil!

Segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatíticas e Estudos Socioeconômicos) a Cidade de São Paulo é a capital que tem a Cesta Básica mais cara do Brasil. Veja esta matéria públicada no JORNAL SETE no dia 12 de fevereiro!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aluguel Tem Alta Recorde na Cidade de São Paulo!


O aluguel residencial na capital paulista teve alta recorde no ano passado. Quem buscou apartamento ou casa para locação na cidade, encontrou valores 18,48% maiores em dezembro de 2011 do que um ano antes. 

Trata-se da maior variação registrada em uma comparação anual desde 2005, início da série histórica do Secovi-SP (sindicato da habitação). 

Enquanto isso, os contratos de aluguel em andamento subiram em ritmo menor, seguindo a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), usado como referência na maioria dos acordos. O índice, calculado pela Fundação Getulio Vargas, teve alta de 5,1% no ano.
O reajuste acima do índice, no entanto, pode ser negociado entre as partes após o período estipulado no documento, quando é prorrogado. 

"Há uma forte demanda e a oferta, apesar de crescente, não tem acompanhado esse ritmo, o que tem inflacionado a locação nova", diz Francisco Crestana, vice-presidente de gestão patrimonial e locação do Secovi-SP. 

Segundo o economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, com o aumento da renda as pessoas têm mais disponibilidade para gastar com moradia, o que permite reajustes maiores. "Muitos elevam as despesas."

Crestana afirma ainda que aqueles que investiram na compra de imóveis buscam uma maior rentabilidade. "O aluguel mensal ainda fica em torno de 0,6% do valor da casa ou apartamento", relata. 

Além disso, existe uma parcela de potencias compradores que têm optado pelo aluguel por causa da alta nos preços dos imóveis. "Muitos não conseguem adquirir porque a prestação é elevada. Outros acreditam que o valor possa cair e esperam", diz o vice-presidente do Secovi-SP. 

RITMO MENOR
Para especialistas, o resultado de 2011 não será superado neste ano. "A previsão é de elevação em ritmo menor. Continuamos com oferta de crédito, o que impulsiona o mercado, mas deverá haver uma desaceleração da economia", diz Crestana.

Gonçalves também prevê uma elevação mais moderada. "O mercado chegou a um patamar adequado."

Entre os bairros que apresentaram as maiores altas no ano está a Vila Prudente (zona leste), chegando a 123% nos apartamentos de dois dormitórios em bom estado de conservação. A Pompeia (zona oeste) também teve destaque, com 66,8% em imóveis de um quarto. 

*Fonte: Folha.com

sábado, 7 de janeiro de 2012

Genéricos Terão Aumento de 15% em São Paulo!

Graças a alteração do sistema de cobrança do ICMS que o Governo de São Paulo fez, os remédios genéricos terão um aumento de 15%, e quem vai sofrer mais com isso vai ser a população de baixa renda!

Leiam a matéria do Portal Terra:

Genéricos devem ter alta de até 15% em São Paulo, diz associação

O preço dos remédios genéricos poderão ter elevação de até 15% no estado de São Paulo. A estimativa é da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos. De acordo com a entidade, o aumento se deve a alteração no sistema de cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado, que entrou em vigor no começo do ano.Até o final de 2011, o ICMS sobre os medicamentos em São Paulo era calculado com base no valor que o varejista final, as redes de farmácias, pagavam aos distribuidores. 

Agora, a conta é feita a partir do valor máximo, permitido pelo governo, do medicamento. Não houve mudança na alíquota, que continua em 18%.Segundo a associação, os produtos mais afetados serão os mais baratos, consumidos pela população de baixa renda. "Vai haver uma cobrança menor de imposto sobre os produtos mais caros, e vai aumentar a arrecadação sobre o genérico. É uma ação Robin Wood ao contrário", destaca o presidente da associação, Odnir Finotti. 

Em outubro, uma pesquisa da Fundação Procon de São Paulo constatou que os genéricos estavam, em média, 58,47% mais baratos do que os medicamentos de marca. "O genérico continuará sendo vantajoso. A questão é saber se as pessoas que estão comprando os medicamentos vão poder comprar o tanto quanto compravam antes", disse Finotti. 

Em nota, a Secretaria da Fazenda de São Paulo informou que, com a nova norma, ocorrerá uma tributação mais adequada sobre o efetivo preço praticado nas farmácias. "Será possível também impedir a utilização de eventual prática evasiva de subfaturar o preço da indústria, para conseguir menor tributação". 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que a nova forma de cálculo da base do imposto só se justificaria se fosse seguida da redução da alíquota do imposto. "A utilização de uma base de cálculo mais elevada irá aumentar significativamente a arrecadação e só se justificaria se viesse acompanhada de redução da alíquota nominal para 12%, dispensando a utilização das respectivas tabelas, como já foi feito pelo estado do Paraná", disse em nota. A Anvisa alertou também que o novo cálculo pode impactar no preço dos remédios do Programa Farmácia Popular do governo federal. 

Fonte: Portal Terra

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Transporte Pressiona e Custo de Vida em São Paulo Sobe 6,09% no Ano

O custo de vida na cidade de São Paulo subiu 6,09% em 2011, pressionado principalmente pelo grupo transporte, segundo o ICV (Índice do Custo de Vida) calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) e divulgado nesta sexta-feira (6). Em 2010, o indicador fechou o ano com variação de 6,91%. 

No ano, transporte (7,83%) e alimentação (7,56%) foram os grupos que mais pressionaram os preços na cidade. 

A alta no transporte ocorreu nos dois subgrupos em que os gastos estão divididos: coletivo (9,9%) e individual (6,91%). Entre as despesas com bens e serviços, os principais destaques foram aumentos extraordinários apurados para: estacionamento (23,31%), táxi (18,09%), lavagem de veículo (16,90%) e álcool (15,39%). 

Já na alimentação, a elevação de 7,56% ocorreu em decorrência das taxas apuradas nos subgrupos: alimentação fora do domicílio (10,63%) e dos bens da indústria alimentícia (8,01%). 

Outros grupos também tiveram variações significativas, como saúde (6,86%), educação e leitura (5,96%) e despesas pessoais (5,75%). 

Foram verificados aumentos menores e deflação nos seguintes grupos: habitação (4,40%), vestuário (3,16%), despesas diversas (2,29%), recreação (1,10%) e equipamentos domésticos (-2,36%). 

Em dezembro, no entanto, o ICV --que reflete a inflação no município de São Paulo--, desacelerou para 0,5%, ante alta de 0,52% em novembro. 

Em dezembro, os grupos que mais puxaram as altas de preços em dezembro foram alimentação (1,42%, com destaque para produtos in natura e semielaborados e alimentação fora de casa) e habitação (0,14%). 

 *Fonte: Folha.com 

Conheçam o Movimento São Paulo Mais Barata!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Governo do Estado Aumenta ICMS dos Genéricos!

Os tucanos que tanto falam da carga tributária resolveram agora aumentar a arrecadação do Estado de São Paulo aumentando o ICMS sobre os genéricos. É um verdadeiro assalto ao bolso do povo, e exatamente aquele que está doente e com mais dificuldades. Prejudica também o Programa Farmácia Popular.

ICMS pode afetar 'Farmácia Popular'

Arrecadação maior do tributo deve desencorajar desconto de estabelecimentos, diz associação de fabricantes

Nova regra é só sobre a base de cálculo para incidência do imposto; alíquota atual, de 18%, permanece a mesma

CAROLINA MATOS

DE SÃO PAULO

Uma mudança no sistema de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de medicamentos pode aumentar os preços dos genéricos de 7% a 15% no Estado de SP.

A estimativa é da Pró Genéricos (associação brasileira dos fabricantes do setor).

A alteração começa a valer no próximo mês. Em linhas gerais, o governo passará a determinar a base de cálculo do ICMS a partir do preço máximo de um medicamento permitido pelo governo ao consumidor.

Hoje, essa conta é feita a partir do valor que a farmácia paga ao fornecedor do remédio, que pode dar a ela o desconto que desejar.

A alíquota do imposto permanece a mesma, 18%. Mas, com a mudança da base de cálculo, a arrecadação do ICMS dos genéricos (vendidos com até 80% de desconto) tende a aumentar, enquanto a dos não genéricos, chamados de medicamentos de referência (em que não há tantos descontos), a diminuir.

Serão estabelecidas dezenas de possibilidades de percentuais para determinar essa nova base de cálculo, conforme o tipo e a finalidade do remédio.

A Folha apurou que a nova regra do governo serviria para evitar sonegação fiscal em negociações de remédios com preços artificialmente baixos.

"O aumento de valor vai depender do remédio. Para não perder margem [de lucro] com a maior arrecadação de ICMS, o estabelecimento tende a repassar isso ao consumidor", afirma Odnir Finotti, presidente da Pró Genéricos.

Por outro lado, não há garantia de que os preços dos produtos de referência caiam.

"De qualquer forma, será prejudicada a população de menor poder aquisitivo, que depende dos genéricos e de programas como o Aqui Tem Farmácia Popular, que subsidia alguns medicamentos."

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou, no site, texto destacando "problema na norma" em relação aos remédios para pressão alta e diabetes, que fazem parte do programa do governo federal.

A agência diz que a nova regra "deveria excepcionar as vendas realizadas nessa operação [Farmácia Popular]. Caso contrário, estará adotando uma base de cálculo equivocada e superior ao valor do preço final pago pelo Ministério da Saúde".

O texto afirma ainda que a mudança "vai gerar transtornos na parte operacional".

OUTRO LADO

Procurado, o governo de SP afirmou que a nova metodologia "é usada por outros Estados" e que "visa definir uma base de cálculo justa".

Além disso, destacou que "qualquer alteração nos preços vai depender de como o mercado vai se reposicionar, sendo certo que haverá negociação de margens de lucratividade entre a indústria o atacado e o varejo".

Especulação Imobiliária Aumenta o Preço dos Aluguéis!

Como temos dito, a Prefeitura de São Paulo incentiva a especulação imobiliária. O resultado é o aumento dos preços dos imóveis e dos aluguéis. O Projeto Minha Casa Minha Vida não deslancha em S. Paulo por que não se desapropriam terrenos para as construções populares. E esses terrenos são comprados pelas grandes construtoras para a construção de imóveis de alto padrão ou comerciais.

Em 12 meses aluguéis subiram 20% em São Paulo

17 de dezembro de 2011
7h18

Roberta Scrivano

A demanda mais intensa do que a oferta continua puxando os preços dos aluguéis em São Paulo. Nos últimos dose meses, o preço das locações nos novos contratos subiu 19,8% em média. A variação é a maior desde 2005, quando essa pesquisa começou a ser feita, informa o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). “E não há tendência de queda”, avalia Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do Secovi-SP.

O executivo garante que o motivo das altas é a demanda extremamente aquecida ao mesmo tempo em que a oferta está reprimida. “Sobretudo para os imóveis de um de dois dormitórios”, comenta. “Essa é uma tendência que percebemos há alguns anos”, completa.

Mesmo com os preços no atual patamar, o executivo insiste em dizer que não há perspectiva de queda. Segundo ele, no longo prazo haverá uma evolução mais lenta dos preços, sobretudo pelo aumento da oferta de pequenos imóveis que ocorrerá em alguns anos. “Mas não acredito em recuo.”

De outubro para novembro, o aumento médio de preço nos novos contratos foi de 1,7%, diz a pesquisa do Secovi. Levando em conta a locação de imóveis de um quarto, a alta no mês foi de 2,5%. Os de dois dormitórios tiveram alta média de 1,5%, enquanto que os de três quartos tiveram elevação de 0,5%.

Baptista aproveita para dizer que entre os meses de novembro e fevereiro, historicamente, as altas nos preços da locação são mais intensas. “As mudanças são maiores no fim e no início do ano”, afirma. Para ele, a chegada de estudantes universitários em São Paulo, a mudança de escola dos filhos, alteração de emprego entre outros movimentos destes tipos impulsionam a mudança de casa.

Garantia. A pesquisa do Secovi-SP também avaliou a evolução dos tipos de garantia dadas na hora de fechar o contrato do aluguel. Os tradicionais fiadores estão perdendo espaço, embora ainda sejam os líderes com participação em 47% dos contratos. A antecipação de três aluguéis como garantia atingiu 32,5% dos novos contratos. O seguro-fiança, por sua vez, foi usado em um quinto das locações.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sobe o custo de vida da classe média paulistana

O Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM) aponta alta de 0,35% em outubro ante setembro, segundo o indicador aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

Neste ano, o ICVM acumula alta de 4,67% e de 5,79% nos últimos 12 meses. Em 2010, as taxas para os respectivos períodos foram de 0,86%, 4,47% e 5,11%. O indicador é elaborado em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) e abrange o intervalo de renda entre cinco e 15 salários mínimos paulista (R$ 600,00).

O principal responsável pela elevação do indicador em outubro foi o grupo Habitação com alta de 0,66% e acúmulo de 4,07% neste ano e 4,42% no intervalo dos últimos 12 meses. Dentre os itens analisados pelo subgrupo, as maiores influências para a variação positiva registrada foram os gastos com água/esgoto (4,54%), condomínio (1,20%), energia elétrica (0,82%), aluguel (0,63%) e condomínio (0,53%).

O grupo Despesas Pessoais assinala a segunda maior expansão dos itens analisados pelo ICVM com variação de 0,61% em outubro. Neste ano, a categoria acumula expansão de 5,07% e 5,93% nos últimos 12 meses. Entre os itens aferidos pelo grupo, as passagens rodoviárias e aéreas tiveram expressiva alta 5,27%, decorrente da recomposição de margem de lucro após política agressiva de descontos para otimizar a ocupação das poltronas das aeronaves, estabelecida há vários meses.

Os pratos oferecidos pelos restaurantes, lanchonetes e padarias ficaram mais caros em outubro e alavancaram em 0,47% a categoria Alimentação do ICVM, que registra acumulado de 3,60% em 2011 e 7,10% nos últimos 12 meses. As maiores elevações registradas na categoria foram produtos como o iogurte (3,89%), macarrão (3,12%) e carne bovina (2,66%). Já as retrações mais expressivas foram assinaladas pelo chuchu (-25,98%), pimentão (-16,81%) e alho (-6,71%).

A relação entre o preço do etanol e da gasolina se manteve em torno de 70%, mostrando equivalência econômica entre os dois combustíveis. Esse foi um dos principais fatores que influenciaram a ligeira variação negativa de 0,09% no setor de Transportes em outubro. Neste ano, a categoria acumula alta de 5,24% e 6,03% nos últimos 12 meses. As variações em outubro, o acumulado deste ano e no período de 12 meses para os demais grupos analisados pelo ICVM foram, respectivamente, 0,35%, 6,74% e 7,29% para Saúde; 0,02%, 6,76% e 6,86% para Educação; e, por fim, -0,56%, 3,53% e 5,13% para Vestuário.

domingo, 13 de novembro de 2011

Escolas particulares tem mais aumento

As escolas particulares continuam fazendo a farra. Com a má qualidade das escolas públicas, toda família com um pouco mais de recursos coloca seus filhos nas escolas particulares. O ensino público em São Paulo teve avaliação pior do que Teresina. É a Prefeitura encarecendo a vida dos paulistanos que pagam impostos para ter um serviço público de qualidade.

Mensalidade sobe mais que inflação pelo 10º ano seguido

Alta média nos colégios da cidade de São Paulo deve ficar entre 8% e 12%

É preciso justificar aumento, diz Procon; pais de alunos em escola no Morumbi fazem abaixo-assinado


TALITA BEDINELLI

DE SÃO PAULO

"Se eles querem lidar como um negócio, vão ter que escutar os clientes", desabafa o administrador financeiro Frederic Armand, 39, que no ano que vem terá um custo 23% maior na escola das duas filhas, o Porto Seguro.

O colégio no Morumbi (zona oeste) recebeu neste ano um abaixo-assinado com 1.700 assinaturas de pais indignados com o aumento da mensalidade, que, no ano que vem, deve ficar bem acima da inflação.

Para pais que pagam a anuidade em mensalidades, o aumento em relação a 2011 será de até 19%. Mas os que pagam à vista, como Armand, perderam ainda parte do desconto que vinha com essa modalidade; terão então custo 23% maior do que em 2011.

O colégio não é o único que terá um aumento grande em 2012. Segundo o sindicato das escolas particulares de SP, o reajuste deverá ser de 8% a 12%. A estimativa é que a inflação fique em 6,5% (IPCA-IBGE) ou 5,61% (IPC-Fipe).

Este será o décimo ano em São Paulo em que as escolas reajustam acima da inflação, segundo dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), quando se considera o ensino fundamental, nível onde o aumento acumulado foi maior desde 2000.

A Folha consultou 20 das principais escolas de São Paulo e apenas uma, o Santo Américo (zona oeste), terá aumento abaixo dos 6,5% da previsão do IPCA. Será de 6% (maior que o índice da Fipe).

O maior reajuste será o do Centro Educacional Pioneiro, na Vila Mariana: de até 30%.

O Procon diz que a lei não impede que mensalidades aumentem mais que a inflação. Mas o aumento tem que ser justificado para os pais.

"A escola deve colocar a planilha com custos detalhados 45 dias antes da matrícula em local visível para que o pai saiba o porquê do aumento", diz a assistente técnica do órgão Leila Cordeiro.

O problema é que, quando as escolas divulgam esses dados, eles não são detalhados o suficiente para que os pais entendam, diz Hebe Tolosa, da Associação de Pais e Alunos de Escolas de São Paulo.

"Geralmente, a escola entrega uma planilha cheia de números que ninguém consegue analisar." Foi o que aconteceu no Porto Seguro, segundo Armand. "Não conseguimos entender nada da planilha. Tem que fazer auditoria."

Os pais recorreram também ao Ministério Público. Já a escola disse que não volta atrás.

Mesmo assim, para Armand, a mobilização foi proveitosa. Após o abaixo-assinado, eles decidiram montar uma associação de pais para discutir mais cedo o reajuste de 2013.

Restrições a caminhões vão aumentar o custo de vida em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo vai ampliar as restrições aos caminhões na cidade. Uma medida que parece acertada para o senso comum tem custos muito altos para o cidadão. Com as restrições, o transporte de mercadorias de todo o tipo (desde alimentos até matéria prima para a indústria e bens para o comércio) tem que ser realizado em horários noturnos que implicam em mão de obra mais cara e um maior número de veículos, o que também aumenta os custos. O alívio no trânsito é temporário como pudemos observar na Av. Bandeirantes onde já vigora a restrição, mas o aumento nos custos de transporte são permanentes.

Na nossa opinião a Prefeitura deveria organizar um sistema de abastecimento, com novas centrais como o CEAGESP e instituir horários diferenciados para determinadas cargas, escalonando a circulação.


Caminhões só poderão circular 12 horas por dia na Marginal do Tietê

Restrição valerá das 4h às 10h e das 16h às 22h, a partir de 11 de dezembro, e atinge mais 9 vias

10 de novembro de 2011

Bruno Ribeiro e Felipe Frazão - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - A Prefeitura anunciou ontem o início da proibição do trânsito de caminhões na Marginal do Tietê e em mais nove vias da cidade (que formam o minianel viário). Será das 4h às 10h e das 16h às 22h, a partir de 11 de dezembro. Mas as multas só começam em janeiro.

Estudada há pelo menos um ano, a medida foi a forma encontrada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de tentar forçar o transporte de cargas a usar o Rodoanel.

A restrição adotada em outubro do ano passado na Marginal do Pinheiros, na Avenida dos Bandeirantes e em outras vias da zona sul também será ampliada em duas horas - passará a ser das 4h às 22h (hoje é das 5h às 21h).

Vias paralelas à Marginal do Tietê, como as Avenidas Marquês de São Vicente e Ermano Marchetti, e outras vias com restrição, como a Avenida Presidente Wilson (paralela à Avenida do Estado), que poderiam ser utilizadas como caminhos alternativos para caminhões, também estarão vetadas para o transporte de carga.

Continuam fora das restrições os Veículos Urbanos de Carga (VUCs) e caminhões que transportam, por exemplo, materiais perecíveis.

A companhia ainda pretende incluir mais vias da zona norte da cidade na lista de locais restritos. A ideia é impedir que os caminhoneiros encontrem outras rotas, a exemplo do que ocorreu na região do Morumbi, na zona sul, quando teve início a proibição na Marginal do Pinheiros.

Por dia, segundo a CET, 75 mil caminhões passam pela Tietê. O secretário municipal dos Transportes, Marcelo Branco, estima que as vias com restrição terão um ganho de 20% na velocidade média. Segundo ele, nos próximos dias terá início a instalação de cerca de 600 placas de trânsito, informando as proibições - e só depois haverá a cobrança de multa para quem furar a proibição. A fiscalização vai ser feita por agentes e radares equipados com Leitores Automáticos de Placas (LAPs).

A proibição na Marginal do Tietê estava atrelada à conclusão das obras de acesso da Avenida Jacu-Pêssego, na zona leste, à Avenida dos Estados e a Mauá, no ABC - região cujas cidades também anunciaram restrição a caminhões nesta semana. Até o Trecho Leste ficar pronto, em 2013, a Jacu servirá como um "mini Trecho Leste" do Rodoanel, ligando os atuais Trechos Oeste e Sul às Rodovias Ayrton Senna e Dutra.

Proibição em SP elevará inflação no País inteiro, afirma Fiesp

Acréscimo de adicional noturno e gastos com segurança, por exemplo, são alguns dos motivos

10 de novembro de 2011

 Bruno Ribeiro e Felipe Frazão - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Pagamento de adicionais noturnos a empregados (que chegam a até 100% do valor do salário) e custos adicionais para o transporte à noite (como reforço nas equipes de escolta e vigilância). Para o diretor de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Cavalcanti, a restrição anunciada ontem pela Prefeitura terá impacto direto no custo das mercadorias que circulam pela cidade e, consequentemente, no preço - o que elevará os índices de inflação no País inteiro, diz ele.

"Estamos vivendo uma política de avestruz. Escondemos a cabeça na terra e esperamos os problemas se resolverem", diz.

Os problemas, afirma ele, são a falta de estrutura logística e de transporte público na capital. "Isso é um reflexo da ineficiência de gestão e do escoamento de dinheiro decorrente da corrupção, que paralisa novas obras."

Para Cavalcanti, uma agravante da restrição é o fato de o Rodoanel ainda não estar pronto. "Em Pequim, há três rodoanéis ao redor da cidade. Aqui, ainda está pela metade."

O anúncio da restrição à circulação de caminhões na manhã de ontem também surpreendeu o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), Francisco Pelucio. Ele reprovou a medida e solicitará uma audiência com o prefeito Gilberto Kassab e o secretário municipal de Transportes e presidente da CET, Marcelo Branco.

Francisco Pelucio disse que esteve há 15 dias com Kassab e o prefeito nada comentou sobre a medida. "Não tinha data, não tinha nada. Está faltando respeito com o transporte rodoviário de carga. O poder público está brincado com nosso setor."

Concentração. Para o Setcesp, as empresas de transporte de carga sediadas na zona norte serão as mais prejudicadas. Pelucio diz que grande parte das 7 mil companhias na capital estão em bairros como Casa Verde, Limão, Santana, Vila Maria e Vila Guilherme.

"Restringir a passagem por São Paulo é uma coisa, mas tem as empresas que estão aqui dentro. Tem de ter licença especial. Chegando às 5 horas a São Paulo, onde os caminhões vão ficar parados se não tiverem por onde entrar? É o horário em que mais se roubam veículos".

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Precariedade no Transporte Público de São Paulo!

Pesquisa encomendada pela Câmara Municipal de São Paulo demonstra a precariedade do trasporte na nossa cidade. Mais de três quartos dos ouvidos prioriza a implantação de corredores de ônibus como solução para melhorar o transporte e quase 70% consideram a tarifa de R$ 3,00 muito alta. Isso evidencia os erros da gestão Kassab na Prefeitura: não investiu na ampliação dos corredores e faixas exclusivas para o transporte e reajustou a tarifa acima da inflação, onerando o orçamento das famílias paulistanas.

Valorizar o transporte público é fundamental para dar uma solução para a mobilidade na nossa cidade. O transporte não pode se basear nos automóveis e motos. Para isso, ele tem que ser mais barato. Precisamos reduzir o seu custo em relação à renda da população. Hoje, um trabalhdor que ganha o salário mínimo gasta 30% do seu orçamento com o tarifa de ônibus. Podemos e devemos também ampliar o Bilhete Único criando o Bilhet Único Diário, Semanal e Mensal.

A segunda questão é melhorar a eficiência do transporte público. Precisamos de corredores de ônibus que deêm maior velocidade ao transporte público. E, onde for possível, corredores mais qualificados com maior número de faixas exclusivas e embarque através de mini estações, sem cobrança no veículo, para maior agilidade. Esses corredores devem ter poucas linhas, para que não fiquem congestionados, e um sistema de operação e controle similar ao do metrô. Na verdade devem ser uma espécie de prá-metrô. Em ruas e avenidas com menor espaço temos também que priorizar o transporte público através de faixas exclusivas, garantindo a circulação mais rápida.

São medidas que demandam pouco tempo de implantação e com muito efeito prático. Não significam descartar a implantação do metrô, que está muito atrasado na nossa cidade, mas sim uma valorização necessária no transporte público. Uma valorização que é um anseio da população, como bem dmonstra a pesquisa da Câmara Municipal.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

São Paulo Mais Barata!

Para Quem Quer Uma São Paulo Mais Barata e Mais Humana! Está Lançado Um Grande Movimento!

São Paulo é uma das Cidades Mais caras do Mundo! Passei a refletir sobre isso e percebi que o custo de vida do Paulistano deu um salto nos ultimos anos! Isso se reflete na Saúde, na Educação, nos Aluguéis, e na nossa tarifa de ônibus que é a mais cara do Brasil!

Boa parte de minha trajetória teve como foco tornar a vida da população mais barata e mais humana e por isso lanço este Movimento!

Vamos refletir e discutir as causas destes aumentos, bem como gerar idéias e soluções criativas para resolver parte destas questões!