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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Seminário sobre Defesa Nacional é coordenado por Zarattini

O Deputado Federal Carlos Zarattini, presidente da Frente Parlamentar da Defesa Nacional, foi um dos coordenadores do Seminário “Os projetos estratégicos das Forças Armadas”, realizado em 6/5, na Câmara dos Deputados. O evento foi realizado em parceria com o InfoRel (Instituto de Relações Internacionais e Defesa).



O debate desse tema é de extrema relevância, tendo em vista a aprovação pelo Congresso Nacional, no ano passado, da Política Nacional de Defesa, da Estratégia Nacional de Defesa e do Livro Branco da Defesa. Essas três esferas estabelecem um importante documento de Estado, cuja finalidade é consolidar a legitimidade da Defesa Nacional.


Para Carlos Zarattini, "o reforço tecnológico e a estruturação de equipamentos ao Exército, Marinha e Aeronáutica, compõem projetos que reforçam a cadeia produtiva da indústria de defesa".

Já o Ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que o Brasil tem elevado seus investimentos em defesa, mas eles têm permanecido em 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O objetivo, segundo ele, é aumentar esse número para 2% em dez anos. A média mundial é de 2,6%.


 

Os investimentos no setor passaram de R$ 900 milhões em 2003 para R$ 8,9 bilhões em 2013. Celso Amorim destacou que o País não tem inimigos declarados, mas não está livre de conflitos bélicos.

Desde 2008, com a elaboração da Estratégia de Defesa Nacional, o País vem ampliando a pesquisa e a produção de equipamentos de defesa, e já existem 48 empresas certificadas como estratégicas. Elas recebem incentivos fiscais estabelecidos pelo Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (Retidi).

#ZarattiniTrabalhando

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Maioria defende mais recursos para as Forças Armadas, mostra pesquisa

VALOR ECONÔMICO

Maioria defende mais recursos para as Forças Armadas, mostra pesquisa

Por Thiago Resende

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a maioria da população acredita que as Forças Armadas deveriam ter mais recursos para modernizar os equipamentos militares. Em pesquisa realizada com 3.796 pessoas em 212 municípios, 70,3% dos entrevistados defende essa tese. O restante acha que a área da defesa tem recursos suficientes ou devem, até, serem reduzidos.

A segunda pesquisa “Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre Defesa Nacional” apontou também que 50,7% da população acha que o apoio do governo à indústria de defesa é importante, “mas somente para empresas brasileiras”.

“O Brasil tinha uma indústria de defesa muito forte na década de 70 e 80, mas infelizmente ela regrediu”, afirmou o coronel do Exército Walter Ribeiro Benvindo, ao citar a necessidade de importação de aviões de caça, por exemplo.

Quase metade dos entrevistados (49,6%) confia "muito" ou "totalmente" nas Forças Armadas, e considera importantes as atividades de “cunho social” exercidas pelos militares. Como ajuda à população com serviços médicos e combate à criminalidade em parceria com as forças policiais, destacou o técnico do Ipea Edison Benedito Filho.