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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aluguel Tem Alta Recorde na Cidade de São Paulo!


O aluguel residencial na capital paulista teve alta recorde no ano passado. Quem buscou apartamento ou casa para locação na cidade, encontrou valores 18,48% maiores em dezembro de 2011 do que um ano antes. 

Trata-se da maior variação registrada em uma comparação anual desde 2005, início da série histórica do Secovi-SP (sindicato da habitação). 

Enquanto isso, os contratos de aluguel em andamento subiram em ritmo menor, seguindo a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), usado como referência na maioria dos acordos. O índice, calculado pela Fundação Getulio Vargas, teve alta de 5,1% no ano.
O reajuste acima do índice, no entanto, pode ser negociado entre as partes após o período estipulado no documento, quando é prorrogado. 

"Há uma forte demanda e a oferta, apesar de crescente, não tem acompanhado esse ritmo, o que tem inflacionado a locação nova", diz Francisco Crestana, vice-presidente de gestão patrimonial e locação do Secovi-SP. 

Segundo o economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, com o aumento da renda as pessoas têm mais disponibilidade para gastar com moradia, o que permite reajustes maiores. "Muitos elevam as despesas."

Crestana afirma ainda que aqueles que investiram na compra de imóveis buscam uma maior rentabilidade. "O aluguel mensal ainda fica em torno de 0,6% do valor da casa ou apartamento", relata. 

Além disso, existe uma parcela de potencias compradores que têm optado pelo aluguel por causa da alta nos preços dos imóveis. "Muitos não conseguem adquirir porque a prestação é elevada. Outros acreditam que o valor possa cair e esperam", diz o vice-presidente do Secovi-SP. 

RITMO MENOR
Para especialistas, o resultado de 2011 não será superado neste ano. "A previsão é de elevação em ritmo menor. Continuamos com oferta de crédito, o que impulsiona o mercado, mas deverá haver uma desaceleração da economia", diz Crestana.

Gonçalves também prevê uma elevação mais moderada. "O mercado chegou a um patamar adequado."

Entre os bairros que apresentaram as maiores altas no ano está a Vila Prudente (zona leste), chegando a 123% nos apartamentos de dois dormitórios em bom estado de conservação. A Pompeia (zona oeste) também teve destaque, com 66,8% em imóveis de um quarto. 

*Fonte: Folha.com

domingo, 18 de dezembro de 2011

Especulação Imobiliária Aumenta o Preço dos Aluguéis!

Como temos dito, a Prefeitura de São Paulo incentiva a especulação imobiliária. O resultado é o aumento dos preços dos imóveis e dos aluguéis. O Projeto Minha Casa Minha Vida não deslancha em S. Paulo por que não se desapropriam terrenos para as construções populares. E esses terrenos são comprados pelas grandes construtoras para a construção de imóveis de alto padrão ou comerciais.

Em 12 meses aluguéis subiram 20% em São Paulo

17 de dezembro de 2011
7h18

Roberta Scrivano

A demanda mais intensa do que a oferta continua puxando os preços dos aluguéis em São Paulo. Nos últimos dose meses, o preço das locações nos novos contratos subiu 19,8% em média. A variação é a maior desde 2005, quando essa pesquisa começou a ser feita, informa o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). “E não há tendência de queda”, avalia Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do Secovi-SP.

O executivo garante que o motivo das altas é a demanda extremamente aquecida ao mesmo tempo em que a oferta está reprimida. “Sobretudo para os imóveis de um de dois dormitórios”, comenta. “Essa é uma tendência que percebemos há alguns anos”, completa.

Mesmo com os preços no atual patamar, o executivo insiste em dizer que não há perspectiva de queda. Segundo ele, no longo prazo haverá uma evolução mais lenta dos preços, sobretudo pelo aumento da oferta de pequenos imóveis que ocorrerá em alguns anos. “Mas não acredito em recuo.”

De outubro para novembro, o aumento médio de preço nos novos contratos foi de 1,7%, diz a pesquisa do Secovi. Levando em conta a locação de imóveis de um quarto, a alta no mês foi de 2,5%. Os de dois dormitórios tiveram alta média de 1,5%, enquanto que os de três quartos tiveram elevação de 0,5%.

Baptista aproveita para dizer que entre os meses de novembro e fevereiro, historicamente, as altas nos preços da locação são mais intensas. “As mudanças são maiores no fim e no início do ano”, afirma. Para ele, a chegada de estudantes universitários em São Paulo, a mudança de escola dos filhos, alteração de emprego entre outros movimentos destes tipos impulsionam a mudança de casa.

Garantia. A pesquisa do Secovi-SP também avaliou a evolução dos tipos de garantia dadas na hora de fechar o contrato do aluguel. Os tradicionais fiadores estão perdendo espaço, embora ainda sejam os líderes com participação em 47% dos contratos. A antecipação de três aluguéis como garantia atingiu 32,5% dos novos contratos. O seguro-fiança, por sua vez, foi usado em um quinto das locações.