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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Setor de petróleo e gás chega a 13% do PIB brasileiro


Entre 2000 e 2014, a participação do segmento de petróleo e gás natural no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil aumentou de 3% para 13%. 



A informação foi ressaltada durante a apresentação do diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro, na sessão plenária “The industry’s role in promoting development” (O papel da indústria na promoção do desenvolvimento), nesta terça-feira (17), no WPC, maior evento global da indústria do petróleo, que acontece em Moscou, Rússia, de 15 a 19 de junho.

“Vários índices de desenvolvimento melhoraram no País na última década e a indústria de petróleo e gás tem um papel positivo nisso. O índice de desenvolvimento humano, por exemplo, subiu de 0,67 em 2000 para 0,73 em 2012. O número de empregos no setor também certamente teve impacto positivo na queda da taxa de desemprego no Brasil de 9,9% em 2002 para 6,7% em 2012”, avaliou o diretor Santoro, representante da companhia no painel, conduzido pelo ganhador do prêmio Pulitzer e vice-presidente da consultoria internacional IHS, Daniel Yergin.

Foto: GRANDE CRESCIMENTO

Nos últimos 14 anos, a participação do petróleo e do gás natural no PIB do Brasil passou de 3% para 13%.

A informação foi destacada pelo diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro, durante o WPC, maior evento global da indústria do petróleo.

Para ele, a indústria do petróleo faz parte do crescimento do Brasil nos últimos anos. 

"Vários índices de desenvolvimento melhoraram no País na última década e a indústria de petróleo e gás tem um papel positivo nisso”, disse.

A Petrobras está diretamente ligada a esse aumento da participação do petróleo e do gás no PIB. Até 2018, a empresa vai investir 220,6 bilhões de dólares.

Leia mais em http://bit.ly/STMBK3

Petrobras
Entre os fatores para tal crescimento está a Petrobras, que tem em curso um plano de investimentos de US$ 220,6 bilhões para o período 2014-2018 e perspectivas de dobrar a atual produção de petróleo até 2020, quando chegará a 4,2 milhões de barris de petróleo produzidos diariamente.

Com a política de conteúdo local do governo federal, a criação do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) e o alinhamento das operadoras - em particular a Petrobras - a essa política de incentivo ao conteúdo nacional, a indústria naval brasileira teve um crescimento vertiginoso na última década.

Somente para a Petrobras serão entregues, até 2020, 28 sondas de perfuração, 32 plataformas de produção, 154 navios de apoio de grande porte e 81 navios-tanque, todos construídos no Brasil.
“Em 2003, apenas dois estaleiros estavam em funcionamento e o número de empregos no setor totalizava 7.465. Este ano, já são dez estaleiros de médio e grande porte em funcionamento, 80 mil empregos diretos e, aproximadamente, 320 mil indiretos. Em 2017, o número de vagas diretas nos estaleiros deverá chegar a 101 mil”, contabilizou o diretor.

“Vale ressaltar que a política de conteúdo local que resultou nesse crescimento vertiginoso não é protecionista: não existe reserva de mercado, mas sim incentivos para que a produção de equipamentos seja realizada no Brasil com aportes em inovação. Um dos exemplos desse incentivo se dá por meio do programa de qualificação do Prominp, que treinou, desde 2003, 97 mil pessoas e a previsão é treinar mais 17 mil pessoas até 2015”, complementou Santoro.

Ao todo, são mais de 180 categorias profissionais relacionadas ao setor de petróleo e gás, do nível básico e técnico ao superior. Já foram investidos US$ 133 milhões no programa e mais US$ 25 milhões serão investidos até o próximo ano.

Além disso, o diretor ressaltou a parceria entre a Petrobras e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que recebeu investimentos de US$ 64 milhões e contribuiu para aumentar o número de fornecedores de pequeno porte no cadastro da Petrobras de 14 mil em 2004 (quando o projeto foi criado pelo Prominp) para 19 mil em 2013.

Os negócios gerados pelas mais de 120 rodadas, realizadas entre 2005 e 2012, somaram US$ 2,75 bilhões. “A iniciativa tem como objetivo desenvolver micro e pequenas empresas através de treinamento e qualificação fazendo uso das melhores práticas, aconselhamento e orientação de empresas maiores”, explicou o diretor.

As oportunidades que se desenham no País têm atraído muitas empresas estrangeiras para terras brasileiras. Muitas grandes fornecedoras do segmento no mundo já se instalaram no país. Várias delas construíram não apenas plantas industriais, mas também centros de desenvolvimento de tecnologia.

“O Brasil tornou-se um dos países mais promissores do mundo para investimentos estrangeiros de empresas que buscam iniciar uma planta industrial a fim de fornecer para o mercado de petróleo e gás natural”, concluiu o diretor.

Fonte:  Portal Brasil

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Primeiro edital do Inova Petro está previsto para setembro

Durante o lançamento do Inova Petro, nessa segunda-feira (13), o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Glauco Arbix, previu, para setembro próximo, a publicação do primeiro edital de seleção de empresas interessadas em participar do programa, resultado de parceria da Finep com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cujo objetivo é desenvolver a cadeia de fornecedores da indústria de petróleo e gás e ampliar o conteúdo nacional dos produtos desse segmento industrial.

Presente ao lançamento do programa, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, comentou a iniciativa. “O Inova Petro é uma ação que visa aprimorar o conhecimento tecnológico em um segmento onde temos vocação natural para liderança”, apontou o ministro.

Com recursos iniciais de R$ 3 bilhões, o Inova Petro tem duração prevista até 2016, oferecendo recursos para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às seguintes linhas temáticas: processamento de superfície – tecnologias aplicáveis no processamento que acontece em plataformas e embarcações; Instalações submarinas – tecnologias aplicáveis aos diversos equipamentos e dutos que ficam abaixo da lâmina d’água; Instalações de poços – tecnologias aplicáveis ao poço no fundo do mar.

Arbix aproveitou a oportunidade para destacar o diferencial da iniciativa: “O programa, que conta com todo o suporte técnico da Petrobras, representa a primeira vez que a Finep vai combinar diferentes instrumentos de financiamento, como o crédito, subvenção econômica e cooperativa entre Instituições Científicas Tecnológicas (ICTs) e empresas.” Caberá ao BNDES aplicar seus recursos nas formas de crédito, participação acionária e Fundo tecnológico do BNDES (Funtec).

Além de Raupp, participaram da solenidade, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, a presidente da Petrobras, Graça Foster, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do estado do Rio de Janeiro, Julio Bueno e o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, dentre outras autoridades. Na ocasião, também foi assinado um memorando de entendimentos que estabelece a ação conjunta do MDIC, Petrobras e ABDI para desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs).

Na avaliação de Graça Foster, o programa contribuirá efetivamente para o aumento do índice de conteúdo local, hoje uma questão central para a Petrobras. “Hoje, nossa média de conteúdo local chega perto de 65%. Em refinarias, é próximo a 92%, e em gás e energia chega com folga a 90%”, afirmou.

Processo de seleção

Poderão participar do processo de seleção do Inova Petro empresas brasileiras e/ou grupos econômicos brasileiros com Receita Operacional Bruta (ROB) superior a R$ 16 milhões, individualmente ou em associação. Projetos de empresas com ROB inferior a esse limite são elegíveis somente se desenvolvidos em conjunto com outra empresa e/ou grupo econômico com ROB superior a este valor.

No caso de associação entre empresa proponente de capital de controle nacional com outra empresa estrangeira e/ou controlada por matriz no exterior, poderá ser concedido o apoio a projetos que impliquem em efetiva transferência e absorção de competências e tecnologias pela primeira. 

Fonte: Finep - http://virou.gr/Ppc1rF