Mostrando postagens com marcador Dep. Zarattini. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dep. Zarattini. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de abril de 2015

Mais vantagens para motoristas profissionais


Emenda aditiva apresentada na Câmara dos Deputados pelo deputado Carlos Zarattini (PT/SP) visa alterar contagem de pontuação para efeitos de suspensão do direito de dirigir para motoristas profissionais. A intenção da emenda aditiva a Medida Provisória 673/2015, que altera o Código de Trânsito (CTB), é que o profissional, no exercício da sua profissão, tenha a contagem de pontos por infrações cometidas contabilizadas apenas quando forem de natureza grave ou gravíssima.

Foto: Blog Iveco

Assim, as infrações leves e médias não seriam computadas para a contagem de pontuação e consideradas apenas para efeito de cobrança de multas. Vale destacar que, conforme o artigo 267, do CTB, as multas de natureza leve e média podem ser transformadas em advertência por escrito, respeitadas algumas condições. Entretanto, a emenda garante que condutores que cometerem, pelo menos, quatro infrações graves terão, de todas as formas, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa.

Na avaliação de Zarattini, a medida vai evitar que motoristas profissionais percam o emprego por infrações de natureza leve. Isso porque a suspensão do seu direito de dirigir, ao atingir 20 pontos, implica na perda do seu trabalho, meio de vida e sustento da sua família. “Somos a favor da aplicação da suspensão porque inibe as infrações, mas não podemos punir em pé de igualdade o motorista comum e o profissional. Até porque é sabido que a maior parte das infrações destes profissionais é de natureza leve e média e a suspensão da CNH pode significar perda do posto de trabalho”, defendeu o Deputado.

Hoje, pelas normas do CTB, a contagem de 20 pontos atingida por infrações de natureza leve, média, grave ou gravíssima, cometidas no período de 12 meses implica na suspensão do direito de dirigir.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

DIA DA PROFESSORA

Hoje, quero homenagear a minha mãe, Dona Alceste.

Dona Alceste, além de cuidar de mim, fazer tudo que as mães fazem para seus filhos, me ensinou a ler e escrever. Sim, quando eu ainda era pequeno com uns quatro, cinco anos, ia com ela todos os dias até a escola onde ela trabalhava e foi lá, junto com as outras crianças que ela ensinava/educava que também aprendi a olhar ao meu redor e a compreender o mundo e o sentido das palavras no mundo.

Dona Alceste foi professora durante toda sua vida e, mesmo após aposentada, continua animada e preocupada com os rumos da Educação em nosso país.

Homenageando minha mãe, quero homenagear todos voces que escolheram essa profissão, ou melhor, que disseram sim a essa vocação de educar nossas crianças, de formar nossos jovens e aprimorar os conhecimentos de nossos adultos.

Um grande abraço, professores e professoras.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CÂMARA APROVA MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL

Câmara aprova programa Mais Médicos e mudanças nas regras de residência 

Fonte: Site da Câmara - 09/10/2013 - 22h48
Registros dos participantes serão feitos no Ministério da Saúde, e estrangeiros terão que revalidar o diploma depois de três anos; até o final de 2018, deverá haver uma vaga de residência para cada formado em Medicina.
O Plenário concluiu, nesta quarta-feira, a votação da Medida Provisória 621/13, que cria o programa Mais Médicos com o objetivo de aumentar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em cidades onde há carência desses profissionais. Participarão do programa médicos brasileiros e estrangeiros, que receberão bolsa por, no máximo, seis anos. A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do deputado Rogério Carvalho (PT-SE), será votada ainda pelo Senado.
Desde a edição da MP, em julho de 2013, cerca de 670 médicos brasileiros aceitaram fazer parte do programa, e o Executivo espera trazer quatro mil médicos cubanos ao País até o fim do ano por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Esses profissionais trabalharão nas regiões com menos proporção de médicos por habitante, com bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo para despesas de instalação (no valor de até três bolsas) e o pagamento das despesas de deslocamento até a cidade de trabalho.
Um dos pontos mais polêmicos nos debates sobre a MP foi a necessidade ou não de revalidação do diploma do médico estrangeiro.
O relatório aprovado previa que o estrangeiro não precisaria revalidar o diploma nos três anos do programa e no primeiro ano da eventual prorrogação (de três anos). Entretanto, emenda aglutinativa do deputado Carlos Sampaio (PSDSB-SP), aprovada pelo Plenário nesta quarta, restringiu a dispensa de revalidar o diploma aos três primeiros anos.
A emenda também determina que os médicos estrangeiros somente poderão participar da prorrogação de três anos do Mais Médicos se integrarem carreira médica específica.
Registro
Já a recusa dos conselhos regionais de Medicina (CRMs) de emitirem o registro provisório aos estrangeiros foi resolvida com o deslocamento dessa atribuição ao Ministério da Saúde.
Para colocar o programa em funcionamento, o ministério tem conseguido derrubar na Justiça exigências adicionais de documentos feitas pelos conselhos regionais.
O médico estrangeiro participante do programa não poderá exercer a Medicina fora das atividades do Mais Médicos, mas estará sujeito à fiscalização dos CRMs, embora não precise pagar anualidade.
Outra mudança feita pelo Plenário foi a permissão para que os médicos aposentados participem do programa. A iniciativa foi de emenda do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Acordo
Depois da obstrução de oito horas na terça-feira (8), o Democratas aceitou retirar todas as emendas aglutinativas apresentadas ao texto em troca da votação nominal da emenda do deputado Mandetta (DEM-MS), que estendia os direitos trabalhistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aos médicos brasileiros participantes do programa Mais Médicos. A emenda foi rejeitada por 224 votos a 134.
Desigualdade
Para justificar a edição da MP, o governo argumenta que o Brasil possui uma proporção de 1,8 médicos para cada mil habitantes, abaixo de outros países com perfil socioeconômico semelhante (Argentina, 3,2; Uruguai, 3,7; e Cuba, 6,7).
Entretanto, mesmo em estados nos quais o índice supera o nacional, a distribuição dos médicos revela carência dentro de regiões diferentes desses estados.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcos Rossi

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS MELHORA A VIDA DAS PESSOAS

Fonte: Blog do Planalto - 11/09/13 - 17h11

Segundo Dilma, o governo federal fará “o possível e o impossível” para que a população tenha atendimento médico. No evento, a presidenta anunciou R$ 2,6 bilhões para obras de mobilidade urbana no Rio de Janeiro.

“O governo federal fará todo o possível e o impossível para garantir que haja médicos disponíveis. Traremos médicos formados fora do Brasil para atenção básica, postos de saúde, para garantir que a população tenha acesso aos atendimentos necessários pra atenção básica. Não sei se sabem, mas temos no Brasil uma carência tamanha, que em 701 municípios, não mora nenhum médico”, afirmou Dilma.

A presidenta afirmou que a chegada dos médicos formados em outros países vai resolver um problema emergencial, porque a saúde não pode esperar que os profissionais brasileiros se formem. Mas ela lembrou que o governo federal também vai atuar paralelamente para aumentar a formação médica no país, assegurando que os estudantes estudem nas regiões do interior e nas periferias das grandes cidades.

“Com isso, queremos resolver um problema emergencial, porque a saúde não pode esperar que os médicos brasileiros se formem. Paralelamente, vamos aumentar a formação de médicos no Brasil, assegurando que sejam formados em regiões do interior e nas periferias das grandes cidades. Porque está provado que, geralmente, ele fica onde se forma ou onde faz a residência. Vamos ampliar também o numero de médicos especialistas, e ampliar as oportunidades de residência”, completou.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CONHEÇA MAIS: PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Faltam médicos no Brasil

Fonte: Publicação Pacto Nacional pela Saúde - SUS/MEC/MS

De 2003 a 2011, o número de postos de emprego formal criados para médicos ultrapassa em 54 mil o de graduados no País. Foram 147 mil postos contra 93 mil formados, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Além disso, até 2015, o Ministério da Saúde abrirá mais 35.073 postos de trabalho para médicos só com a construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

O Governo Federal já vem trabalhando para solucionar a falta de médicos

A oferta de vagas para medicina no Brasil cresceu 62,8% nos últimos dez anos, passando de 10.356 vagas em 2002 para 16.862 em 2012. Além disso, o Ministério da Educação investiu em alternativas para financiamento da graduação, com a criação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Universidade para Todos (ProUni), bem como na melhoria da estrutura das universidades federais, com o Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde mais que dobrou a oferta de bolsas de residência médica em instituições públicas para ampliar a formação de especialistas em áreas estratégicas para o SUS. O número de vagas abertas com financiamento do Ministério para esses cursos passou de 758, em 2011, para 2.881, em 2013.