quarta-feira, 18 de junho de 2014

Zarattini se empenha para aprovar projetos importantes para o Brasil

Conheça importantes projetos para o Brasil, que foram aprovados, contando com o empenho e o trabalho do Deputado Federal Carlos Zarattini. Basta clicar na publicação.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Sistema Alto Tietê também pode secar este ano

Especialista alerta que, no nível atual de perdas, manancial pode secar em 150 dias; Sabesp garante que volume dá até a próxima estação de chuvas e lamenta ‘alarmismo’



“Estamos perdendo por dia 12 mil litros por segundo. Se continuar assim, o volume do Sistema Alto Tietê acaba em 150 dias e, pelo que sei, aqui não temos volume morto significativo para explorar. Estamos indo para o brejo do mesmo jeito e ninguém fala nada.” Com estas palavras, pronunciadas ao jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (15), o engenheiro José Roberto Kachel dos Santos aponta o risco de o segundo maior manancial do estado também entrar em situação crítica, a exemplo do Cantareira. Santos é membro do Comitê da Bacia do Alto Tietê e informou que o grupo criou uma Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico semelhante ao constituído para acompanhar o Cantareira.

O Sistema Alto Tietê responde pelo abastecimento de 4 milhões de pessoas e seu volume de armazenamento está o pior em períodos pré-inverno em dez anos. Neste domingo, o nível das represas do manancial estava em 28,8%; há um ano, era de 62,1%. As água do Alto Tietê e do Sistema Guarapiranga vêm sendo remanejadas para parte da população atendida pelo Cantareira desde fevereiro. O Sistema Alto Tietê compõe-se de cinco represas entre os municípios de Suzano e Salesópolis, na Grande São Paulo. Além do remanejamento para o Cantareira, a falta de chuvas na região também contribui para a seca nesse manancial.

A redução contínua do volume do Alto Tietê vem sendo observada desde que a situação do Cantareira começou a chamar a atenção. O SPressoSP apontou em várias matérias que a queda entrava em um patamar preocupante. Mesmo assim, a Sabesp manteve a produção de 15 mil litros do Alto Tietê e pretende avançar mais com a produção no sistema na capital, segundo O Estado de S. Paulo.

Ouvida pela reportagem do jornal, a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do governo do estado informou que as projeções da Sabesp indicam que o Sistema Alto Tietê “tem água suficiente para garantir o abastecimento até a próxima estação chuvosa”. A secretaria ainda, segundo o jornal, “lamenta que O Estado agora encampe a tese de que outro sistema, o do Alto Tietê, vai secar e entrar em colapso”.

Fonte: Linha Direta

Em 3 anos, governo federal aplicou R$ 1,7 tri em sáude e educação


Presidenta voltou a falar sobre os investimentos durante seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”

Com R$ 1,7 trilhão, o total de recursos aplicado nas áreas de Educação e Saúde supera em 212 vezes o investimento em estádios da Copa do Mundo 2014, de 2010 até 2013.

Esta foi a mensagem do pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, reforçado no programa de rádio “Café com a Presidenta” desta segunda-feira (16).

“É preciso olhar os dois lados da moeda: a Copa não representa apenas gastos, ela traz também receitas para o país. É fator de desenvolvimento econômico e social, gera negócios, injeta bilhões de reais na economia, cria empregos”, analisou.

Dilma destacou, ainda, a evolução do Brasil que sediou a Copa de 1950 para o País de hoje. Atualmente, o País é a sétima economia do planeta, líder em diversos setores da produção industrial e do agronegócio mundial. Além disso, na última década, o País promoveu um dos mais exitosos processos de distribuição de renda, de aumento do nível de emprego e de inclusão social.

“Reduzimos a desigualdade em níveis impressionantes, levando, em uma década, 42 milhões de pessoas à classe média e retirando 36 milhões de brasileiros da miséria”, disse Dilma.

Eita Brasil! Que história é essa de ser um dos 5 do mundo com 10% do PIB para educação?



O Plano Nacional de Educação (PNE), a ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, vai levar o país para um novo patamar. Até então, superávamos a média mundial, de 5,4% de investimentos do PIB em educação, de acordo com estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) entre os anos de 2000 e 2010. Com o PNE, passaremos a ser um dos cinco únicos países do mundo a atingir os dois dígitos de investimentos.

Os dados da OCDE mostram que o governo brasileiro já aumentou de 3,5% para 5,6% os investimentos na área num período de 10 anos. Em 2012, esse percentual já chegava a 6,1%. É importante destacar que pertencem à organização 34 países, a maioria deles desenvolvidos, como França, Alemanha e Estados Unidos. Agora, com a nova meta de 10% do PIB até 2024, seremos o único país de dimensões continentais a destinar tantos recursos para educação em todo o mundo.

De acordo com dados das Nações Unidas (link is external), divulgados pela Folha de S.Paulo, “de 2008 para cá, os exemplos são Lesoto (13%, a maior proporção), Cuba, Timor Leste e São Tomé e Príncipe”. Além disso, a publicação assinala que os desembolsos com educação entre os países que compõem o G-20 chegam no máximo a 6,3%, percentual verificado no Reino Unido.

Quanto às maneiras pelas quais país conseguirá arcar com esse comprossimo, nada de novos impostos: 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do pré-sal terão como destino a educação.

Fonte: Muda Mais

quarta-feira, 11 de junho de 2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sabesp não investiu 37% do previsto em obras pré-crise

Avaliação consta de documento interno da empresa sobre anos 2008-2013 

Foto: Transparência São Paulo

 Novo sistema de abastecimento atrasou três anos; companhia afirma que teve um 'bom desempenho' A Sabesp não investiu 37% do que tinha previsto para a realização de obras no período entre 2008 e 2013.

A avaliação consta de um documento interno da empresa finalizado em dezembro do ano passado, antes da mais grave crise de fornecimento de água que a Grande São Paulo já enfrentou. O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 9 milhões de pessoas, estava com 25% da sua capacidade na última sexta-feira (30) --se não fosse o uso de uma reserva de emergência chamada "volume morto", o nível estaria em 6,5%.

 O documento interno ao qual a Folha teve acesso é o Plano Metropolitano de Água III, assinado por um grupo de trabalho que envolve ao menos duas diretorias da Sabesp. Os autores, após elencar benefícios de obras realizadas, criticam os resultados obtidos no período. A não execução de investimentos "resultou em um considerado descompasso entre o previsto' e o realizado' nesse programa", diz o texto.

 Um atraso destacado pelos analistas é a construção do sistema São Lourenço, que trará água do interior do Estado até a Grande São Paulo. "O fato mais relevante a ser considerado é a postergação do início da implantação do Sistema Produtor São Lourenço de 2011 para 2014", escrevem os autores.

 A obra, prevista para 2011, foi lançada só em abril deste ano pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), durante a crise hídrica. O investimento estimado é de R$ 2,2 bilhões. Em outro ponto do relatório, os analistas também afirmam que, entre 2008 e 2013, ficaram praticamente pela metade obras que tornam mais confiável a integração entre os diferentes reservatórios que abastecem as cidades da Grande São Paulo Essa integração é importante em uma seca como a atual, em que outras represas estão sendo usadas para fornecer água a áreas antes atendidas pelo Cantareira.

 OUTRO LADO 

 A Sabesp informou, por meio nota, que considera bom seu desempenho durante o período 2008-2013. Na interpretação da empresa, o relatório evidencia que os "benefícios e resultados alcançados atingiram bom desempenho, tendo em vista o horizonte de planejamento de longo prazo". A Sabesp confirma que o sistema São Lourenço será entregue no fim de 2017. A empresa diz que, como as tubulações vão passar por área de preservação ambiental, o traçado teve de ser refeito para minimizar impactos, o que atrasou o cronograma.


 Fonte: Folha de S.Paulo

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Câmara aprova incluir setor de refrigerantes no Supersimples

Foram 381 votos a favor e dois contra, quase a unanimidade dos deputados


  Brasília - Depois de rejeitar destaques que pretendiam incluir produtores de bebidas alcoólicas nas novas regras do Supersimples, os deputados aprovaram uma emenda de plenário que possibilita a inclusão de empresas fabricantes de refrigerantes e de compostos para a sua produção no programa.
Foram 381 votos a favor e dois contra, quase a unanimidade dos deputados.
Na justificativa, o autor da emenda, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), argumentou que a medida irá “propiciar a sobrevivência das micro e pequenas empresas do setor”.

O relator do projeto, deputado Cláudio Puty (PT-PA), disse que, além dos produtores de refrigerantes, fabricantes de águas saborizadas gaseificadas poderão aderir ao novo sistema de tributação.
“Essa medida pode preservar marcas regionais de refrigerantes em nível nacional”, disse.

Para o presidente da Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil, Fernando Rodrigues de Bairros, a medida é muito importante para o setor e beneficiará cerca de 50% das 175 empresas produtoras de refrigerantes existentes no país.

“A medida vai ajudar a melhorar a concorrência, salvar o setor, que está há 14 anos fora do Simples, além de motivar novos investimentos”, avaliou.

Fonte: Exame.com

segunda-feira, 2 de junho de 2014

É direito de todo cidadão protestar e cobrar dos responsáveis as melhorias para o Brasil


EXIJA CORRETAMENTE






Contudo, é preciso saber diferenciar os papeis de cada um na gestão do País, principalmente dos cargos majoritários, como presidente, governador e prefeito. 

Por exemplo, muitas pessoas cobram da presidenta Dilma Rousseff investimentos em transporte público, escolas e, até mesmo, em segurança. Mas essas são responsabilidades dos governos dos estados e prefeituras.

Na área educacional, o Ministério da Educação comanda as universidades federais e o ensino técnico. Já o ensino fundamental e médio são administrados pelas prefeituras.

É também de responsabilidade da Pasta programas como #Prouni, #Fies, #CiênciaSemFronteiras e#Pronatec.

São as prefeituras que gerenciam os hospitais públicos e emergências nas cidades. Ao MS cabem, apenas, ações preventivas, coordenação e fiscalização do SUS.

O governo estadual controla a segurança pública do Estado, como as Polícias Civil e Militar.

Já ouviu falar na Força Nacional, aquela acionada para conter greves e crises? Essa, sim, está sob a conta do governo federal.

Outra coisa: a Dilma pode, apenas, sugerir a criação de leis ou as suas alterações, mas a aprovação depende do Congresso Nacional. Pode, também, vetar leis que foram previamente aprovadas pelos senadores e deputados.

A presidenta deve manter relações com países estrangeiros, decretar estado de defesa, de sítio ou intervenção federal quando necessário. Ela comanda as Forças Armadas e, também, apresenta ao Congresso Nacional o plano de governo, de investimentos e prestação de contas.

Percebeu como conhecer as regras do jogo faz toda diferença?

É como dia a sabedoria popular: Dai a César, o que é de César.

Cobre do governador do Estado ou do prefeito de sua cidade que os recursos repassados pelo Governo Federal sejam aplicados.

Acompanhe todas as informações orçamentárias emhttp://bit.ly/18P1bKv e saiba mais sobre as funções da Presidenta da República em http://bit.ly/TTALB2

Fonte: Partido dos Trabalhadores

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Congresso reúne mídia impressa de todo o país


Nos dias 13 e 14 de maio, representantes da mídia impressa de todo o país se reuniram no II Congresso dos Diários do Interior do Brasil, em Brasília. O evento é considerado uma mobilização importante da categoria e teve como tema central “A Força da Mídia Regional em um Mundo Globalizado e Digital”.

Diversas presenças foram confirmadas, como a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fez a palestra de abertura. Estiveram presentes o ministro da Secretaria de Comunicação, Thomas Traumann; o diretor do Conselho Executivo das Normas Padrão (CENP), Oscar Mattos; e o presidente executivo do Instituto Verificador de Circulação (IVC), Pedro Martins Silva. Na abertura do congresso, o deputado federal Carlos Zarattini tomou posse como coordenador da Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento da Mídia Regional. O encontro, promovido pela Associação dos Diários do Interior do Brasil (ADI-BR) e pela Central de Diários do Interior (CDI), pretende se tornar um marco para o segmento.

A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 200 participantes. Segundo a ADI-BR, atualmente cerca de 380 diários circulam no interior do Brasil e somam 4 milhões de exemplares todos os dias. Os estudos mostram também que esses jornais abrangem regiões com uma população de 40 milhões de habitantes. Com esses números, fica evidente a força da mídia impressa regional no país.

Importância

Para Franklin Vieira da Silva, presidente do Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado do Paraná (Sindejor-PR), tesoureiro da Associação dos Diários do Interior (ADI) e diretor-presidente de O Diário do Norte do Paraná, o congresso é um evento de grande importância para as mídias regionais. “É de muita importância, porque reúne empresários de jornais para troca de informações, para reciclagem. E muito mais que isso: é um evento importante para a liberdade de imprensa”, considera.

Isso se demonstra no empenho dos organizadores do congresso em reunir personalidades importantes da mídia para promover debates e temáticas do interesse  de todos, além de reunir palestrantes que, efetivamente, conhecem o assunto. Entre os temas a serem debatidos, estão “Como Ser Relevante na Minha Região em Tempos de Globalização”, Comercial e Novos Modelos de Negócio” e “A evolução dos Diários do Interior no Último Biênio”, entre outros.

Segundo levantamento divulgado no site oficial do evento, em 2003, menos de 500 veículos recebiam publicidade oficial do governo federal. Em poucos anos, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – inicialmente dirigida por Luiz Gushiken, falecido em 2013 – ampliou o cadastro para milhares de veículos. Atualmente, cerca de 9 mil jornais e emissoras de rádio e TV, além de portais de notícias e sites especializados recebem verba do Executivo federal ou das estatais por ele controladas.

Liberdade

Para o deputado Zarattini, a decisão do governo foi acertada e promoveu a liberdade de imprensa e diversidade regional. “Pela primeira vez na história do Brasil, o governo federal passou a distribuir as verbas de divulgação e publicidade para todos os jornais, rádios e TVs do Brasil, e não apenas para os maiores e mais tradicionais veículos. Isso foi uma forma de democratizar a mídia e foi uma medida tão acertada que mereceu inúmeros editoriais contrários na grande mídia”, afirma.
O presidente da ADI-BR, Ámer Félix Ribeiro, ressalta o fortalecimento da identidade dos diários de todo o país. “As palestras contribuirão para trazer mais conhecimentos e ferramentas de gestão eficientes para veículos de comunicação que pretendem ter sucesso em um setor cada vez mais digital, globalizado e dinâmico. Será um momento para troca de experiências entre pessoas que atuam num mesmo segmento, porém em diferentes regiões e realidades”, observa.
A iniciativa da Associação dos Diários  do Interior do Brasil (ADI-BR) e da Central de Diários do Interior (CDI) ao promover o congresso, conquistou importantes patrocinadores, como a Petrobrás, Caixa e Sebrae e Oi.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná

Brasil não assinará acordo comercial entre Mercosul e União Europeia se for ruim, garante ministro

Responsável por conduzir, como representante brasileiro, as negociações sobre a integração comercial entre Mercosul e União Europeia, o ministro Ronaldo Costa, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Itamaraty, garantiu que o Brasil não assinará o acordo se este trouxer prejuízos ao País.



A declaração se deu durante audiência pública, ontem, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara. “O Brasil tem a capacidade de dizer não a um acordo que não interessa”, afirmou o ministro.

Ronaldo Costa ressaltou que um dos pontos mais “delicados” das negociações é o tema da agricultura. “Estamos tentando juntar o bloco mais protecionista do mundo, em termos agrícolas [União Europeia], com o bloco mais competitivo do mundo. Não é um casamento fácil”, explicou Costa.

A posição do governo, expressada pelo ministro Ronaldo Costa, foi elogiada por parlamentares petistas. “A afirmação de que um mau acordo não será assinado – e o ministro considera que um mau acordo seria um rebaixamento da proteção aos direitos trabalhistas, perda da qualidade de vida na dimensão econômica e social, entre outros – nos transmite uma certa tranquilidade quanto à seriedade e ao cuidado com que esse acordo vem sendo discutido”, avalia o deputado Dr. Rosinha (PT-PR).

O parlamentar paranaense considera que é preciso toda a cautela na formulação das bases do acordo para que ele não prejudique a economia dos países do Mercosul. “Não podemos nos inserir na economia mundial em desvantagem. Até porque a Europa está passando por uma grave crise econômica e pode ter interesse em se recuperar a partir de acordos como esse. Temos o exemplo do México, que hoje está totalmente submetido às regras ditadas pela economia dos Estados Unidos, e não podemos repetir esse erro”, argumentou Rosinha.

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) questionou o representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre setores da indústria brasileira que seriam beneficiados. A entidade se diz favorável ao acordo, desde que haja salvaguardas para o parque industrial brasileiro, mas seu representante não soube precisar que setores e em que medida poderiam ganhar com a integração comercial.

Participação – Os representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Rede Brasileira Pela Integração dos Povos (Rebrip) cobraram, durante a audiência pública, mais participação da sociedade civil no processo de negociações. As entidades entendem que é preciso maior transparência e diálogo com a sociedade e com os trabalhadores. A Rebrip, inclusive, defende que o acordo, caso seja aprovado pelo Mercosul, seja submetido a consulta junto à população através de plebiscito.

Nesse contexto, Dr. Rosinha propôs a criação de uma subcomissão parlamentar, no âmbito da CREDN, para garantir o acompanhamento, por parte do Congresso, das negociações sobre o acordo.

O deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) também acompanhou a audiência.



Fonte: PT na Câmara